Tricia Magalhães Carnevale - Professora de História da Rede Pública. Blog pessoal, desde 2009.
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quarta-feira, 7 de julho de 2021
domingo, 6 de junho de 2021
Atividade no forms sobre Ações Afirmativas - 8º Ano
Formulário sobre Ações Afirmativas:
Link: https://docs.google.com/forms/d/1y0CmudTOefhoqO7MdW1JDNkZisxyDIbNivPgi1dKQho/edit?usp=sharing
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Objeto de conhecimento: O escravismo no Brasil do século XIX: plantations e revoltas de escravizados, abolicionismo e políticas migratórias no Brasil Imperial
Habilidade: (EF08HI20) Identificar e relacionar aspectos das estruturas sociais da atualidade com os legados da escravidão no Brasil e discutir a importância de ações afirmativas.
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Para usar o formulário compartilhado aqui:
1. Clique no link do form desejado e abra-o;
2. Clique nos três pontinhos na parte superior direita (próximo a sua foto);
3. Escolha a opção "Fazer uma cópia";
4. Escolha o local que você irá colocar a cópia;
5. Pronto. Sua cópia foi feita. E está pronta para você editar.
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Comissão aprova regulamentação da profissão de historiador
16/11/2011 16:09
Comissão aprova regulamentação da profissão de historiador
Arquivo/ Leonardo Prado
Alice Portugal retirou a exigência de inscrição em conselho de fiscalização do exercício profissional.
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou proposta que regulamenta o exercício da profissão de historiador. De acordo com a proposta, historiador é o profissional responsável pela realização de análises, de pesquisas e de estudos relacionados à compreensão do processo histórico e pelo ensino da História nos diversos níveis da educação.
O texto aprovado é o Projeto de Lei 7321/06, do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que tramita apensado ao PL 3759/04, do ex-deputado Wilson Santos. A relatora, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), recomendou a aprovação do projeto apensado, com emenda, e a rejeição do projeto principal. Segundo ela, os projetos regulam a matéria em termos análogos, mas o PL 7321/06 não obriga o Poder Executivo a criar conselho de fiscalização do exercício profissional, como faz o PL 3579/04 – o que é inconstitucional. “Tais conselhos são considerados autarquias especiais e só podem ser criados por meio de lei de iniciativa do Presidente da República”, explica.
O PL 7321/06 prevê, porém, a inscrição do historiador em conselho de fiscalização do exercício profissional. A emenda da relatora retira essa previsão.
Profissionais habilitados
Segundo o projeto, poderão exercer a profissão de historiador no País:
- quem tiver diploma de nível superior em História, expedido no Brasil, por instituições de educação oficiais ou reconhecidas pelo governo federal;
- os portadores de diplomas de nível superior em História, expedidos por escolas estrangeiras, reconhecidas pelas leis de seu país e que revalidarem seus diplomas de acordo com a legislação em vigor;
- os diplomados em cursos de mestrado ou de doutorado em História, devidamente reconhecidos;
- os que, na data da entrada em vigor desta lei, tenham exercido, comprovadamente, durante o período mínimo de cinco anos, a função de historiador.
Segundo o projeto, poderão exercer a profissão de historiador no País:
- quem tiver diploma de nível superior em História, expedido no Brasil, por instituições de educação oficiais ou reconhecidas pelo governo federal;
- os portadores de diplomas de nível superior em História, expedidos por escolas estrangeiras, reconhecidas pelas leis de seu país e que revalidarem seus diplomas de acordo com a legislação em vigor;
- os diplomados em cursos de mestrado ou de doutorado em História, devidamente reconhecidos;
- os que, na data da entrada em vigor desta lei, tenham exercido, comprovadamente, durante o período mínimo de cinco anos, a função de historiador.
Para exercerem as funções relativas ao magistério em História, os profissionais deverão comprovar formação pedagógica exigida em lei.
Atividades
A proposta também define as atividades e funções dos historiadores, entre elas:
- planejar, organizar, implantar e dirigir serviços de pesquisa histórica, de documentação e informação histórica;
- planejar o exercício da atividade do magistério, na educação básica e superior, em suas dimensões de ensino e pesquisa;
- elaborar critérios de avaliação e seleção de documentos para fins de preservação;
- elaborar pareceres, relatórios, planos, projetos, laudos e trabalhos sobre assuntos históricos;
- assessorar instituições responsáveis pela preservação do patrimônio histórico, artístico e cultural (museus, arquivos, bibliotecas).
A proposta também define as atividades e funções dos historiadores, entre elas:
- planejar, organizar, implantar e dirigir serviços de pesquisa histórica, de documentação e informação histórica;
- planejar o exercício da atividade do magistério, na educação básica e superior, em suas dimensões de ensino e pesquisa;
- elaborar critérios de avaliação e seleção de documentos para fins de preservação;
- elaborar pareceres, relatórios, planos, projetos, laudos e trabalhos sobre assuntos históricos;
- assessorar instituições responsáveis pela preservação do patrimônio histórico, artístico e cultural (museus, arquivos, bibliotecas).
Tramitação
A matéria segue para a análise, em caráter conclusivo, da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
A matéria segue para a análise, em caráter conclusivo, da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
Reportagem – Lara Haje
Edição – Regina Céli Assumpção
Edição – Regina Céli Assumpção
quarta-feira, 8 de julho de 2009
O que foi a revolução constitucionalista de 1932?
Movimento pela promulgação de uma constituição em São Paulo levou a uma das maiores lutas armadas internas no Brasil
Eliza Kobayashi (novaescola@atleitor.com.br)
Cartaz de convocação de voluntários.
Acervo do Instituto Histórico e Geográfico
de São Paulo. Foto: Renato Chaui
Antes de falar sobre a Revolução Constitucionalista de 1932, é preciso voltar alguns anos na história para buscar os embriões deste que foi um dos maiores movimentos armados da história do Brasil. Durante a República Velha (1889-1930), formou-se uma aliança entre os estados mais ricos e influentes do país na época, São Paulo e Minas Gerais, cujos representantes alternavam-se no posto da presidência da república naquilo que ficou conhecido como a "política do café com leite". Em 1930, porém, o presidente Washington Luís, representante dos paulistas, rompe a aliança com os mineiros e indica o governador de São Paulo Júlio Prestes como seu sucessor, que venceu as eleições. As oligarquias mineiras não aceitam o resultado e, por meio de um golpe de estado articulado com os estados do Rio Grande do Sul e da Paraíba, colocam Getúlio Vargas no poder.
"Getúlio vem com uma nova proposta de modernização do país. O grupo que chega ao poder pretende promover essas mudanças de maneira autoritária, sem consultas eleitorais", conta Alexandre Hecker, professor de História Contemporânea da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Mackenzie. O novo presidente fecha o Congresso Nacional, anula a Constituição de 1891 e depõe governadores de diversos estados, passando a nomear interventores. As medidas desagradam profundamente as elites paulistas tradicionais. "Esses grupos, que eram ligados ao Partido Republicano Paulista (PRP) e haviam sido derrotados pela revolução de 1930, passam a trabalhar em oposição ao governo de Getúlio”, diz Alexandre. Já, a partir de 1931, se junta a essa elite deposta um “grupo mais moderno", que exige do governo a criação de uma carta magna que regesse a legislação do país - algo que Vargas vinha adiando cada vez mais - além de eleições gerais para presidente da república.
Ao mesmo tempo em que se formava esse grupo opositor, fortaleciam-se, em São Paulo, os chamados tenentistas, constituídos não apenas por militares, mas também de civis que agiam sob sua liderança. "Eles se reuniam no Clube Três de Outubro e apoiavam as ações do governo", explica o professor. "Havia diversas brigas de rua entre os estudantes do Largo São Francisco e esse grupo getulista, os tenentistas". No dia 23 de maio, essas forças se encontraram e se defrontaram nas ruas de São Paulo, o que resultou na morte de alguns estudantes em praça pública, que ficaram famosos como MMDC (sigla das iniciais dos quatro jovens mortos: Martis, Miragaia, Dráusio e Camargo. Mais tarde, adicionou-se a letra A, de Alvarenga, ao final da sigla, de outro jovem que acabou morto por causa do conflito).
Essas mortes foram o estopim que deu início no dia 9 de julho de 1932 à Revolução Constitucionalista. Com a ajuda dos meios de comunicação em massa, o movimento ganha apoio popular e mobiliza 35 mil homens pelo lado dos paulistas, contra 100 mil soldados do governo Vargas. "Havia uma possibilidade de que outros estados viessem em apoio ao governo do estado de São Paulo, mas ele ficou isolado e, com isso, se desenvolveu uma série de batalhas", destaca Alexandre. Foram quase três meses de batalhas sangrentas, encerradas em 2 de outubro daquele mesmo ano, com a derrota militar dos constitucionalistas. "Moralmente, porém, em termos de denúncia política, o movimento foi vencedor, porque logo depois do término do conflito, o governo federal convocou eleições para uma Assembleia Constituinte, que promulgou a Constituição do Brasil em 1934. Foi também quando, pela primeira vez no país, as mulheres participaram do processo eleitoral", ressalta o historiador.
O termo "revolução" para o movimento constitucionalista não é muito adequado àquilo que se propunha fazer, segundo o professor. "Não era uma revolução. Na verdade, desejava-se a normatização da legislação e do processo eleitoral, e não uma mudança no sentido de alteração das relações de poder ou qualquer coisa que significasse uma limitação no processo de desenvolvimento capitalista", afirma. Ele diz que, para alguns historiadores, o movimento é considerado até conservador e anti-revolucionário. "Era uma elite derrotada que queria voltar ao poder e encontraram nesse movimento uma desculpa para isso".
Fonte: Revista Nova Escola
terça-feira, 7 de julho de 2009
Que influências do pensamento francês ainda estão presentes no Brasil?
Paula Sato (novaescola@atleitor.com.br)
Eventos do Ano da França no Brasil acontecem durante todo o ano de 2009
Foto: Divulgação
Os franceses fazem parte da história do Brasil desde o seu descobrimento. Mas, apesar do intenso comércio e das tentativas de colonizações, a maior influência foi no campo do pensamento e das artes, principalmente por conta dos portugueses, que trouxeram a cultura francesa para a colônia. "A presença dos franceses no Brasil sempre foi pontual, mas a França tinha prestígio no mundo todo do ponto de vista cultural", afirma Jorge Coli, professor titular de História da Arte e da Cultura da Unicamp. Um exemplo de todo esse prestígio é a Academia Brasileira de Letras, fundada por Machado de Assis em 1897 e diretamente inspirada na Academia Francesa.
No campo do pensamento, a França também foi de grande inspiração para os pensadores de todo o mundo. "A França era portadora dos ideais de direitos humanos e revolucionários, de uma visão política crítica. Thomas Jefferson dizia que todo intelectual tem duas pátrias, a dele e a França. Isso por causa do aporte crítico e da ideia da universalidade da razão, da liberdade que o país sempre defendeu", afirma Jorge Coli. No Brasil, um dos maiores exemplos dessa influência foi a Inconfidência Mineira. Seguindo o exemplo do Iluminismo francês, os revoltosos tinham como meta transformar Minas Gerais
No campo da educação, o modelo das universidades públicas brasileiras foi importado da França e até hoje é bem distante do modelo americano de ensino. "Na França não existem universidades particulares, o único diploma reconhecido é das escolas públicas. A USP foi criada em 1936 seguindo esse exemplo. E até alguns anos atrás, existiam na universidade cadeiras mantidas pelo governo francês", conta. O incentivo acabou ao mesmo tempo em que o governo da França parou de investir na difusão da sua cultura e perdeu seu lugar para a influência americana. Segundo o professor, a culpa foi da mudança política na França. "O General De Gaulle (que governou a França de
Hoje, o governo brasileiro tenta reaproximar os dois países. E uma das formas de fazer isso é através do Ano da França no Brasil, série de eventos que acontecem em
Fonte: Revista Nova Escola
Acordo Ortográfico - Guia Rápido
| Trema – desaparece em todas as palavras | |
| Antes | Depois |
| Freqüente, lingüiça, agüentar | Frequente, linguiça, aguentar |
| * Fica o acento em nomes como Müller | |
| Acentuação 1 – some o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (as que têm a penúltima sílaba mais forte) | |
| Antes | Depois |
| Européia, idéia, heróico, apóio, bóia, asteróide, Coréia, estréia, jóia, platéia, paranóia, jibóia, assembléia | Europeia, ideia, heroico, apoio, boia, asteroide, Coreia, estreia, joia, plateia, paranoia, jiboia, assembleia |
| * Herói, papéis, troféu mantêm o acento (porque têm a última sílaba mais forte) | |
| Acentuação 2 – some o acento no i e no u fortes depois de ditongos (junção de duas vogais), em palavras paroxítonas | |
| Antes | Depois |
| Baiúca, bocaiúva, feiúra | Baiuca, bocaiuva, feiura |
| * Se o i e o u estiverem na última sílaba, o acento continua como em: tuiuiú ou Piauí | |
| Acentuação 3 – some o acento circunflexo das palavras terminadas em êem e ôo (ou ôos) | |
| Antes | Depois |
| Crêem, dêem, lêem, vêem, prevêem, vôo, enjôos | Creem, deem, leem, veem, preveem, voo, enjoos |
| Acentuação 4 – some o acento diferencial | |
| Antes | Depois |
| Pára, péla, pêlo, pólo, pêra, côa | Para, pela, pelo, polo, pera, coa |
| * Não some o acento diferencial em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma, para diferenciar de forma, pode receber acento circunflexo | |
| Acentuação 5 – some o acento agudo no u forte nos grupos gue, gui, que, qui, de verbos como averiguar, apaziguar, arguir, redarguir, enxaguar | |
| Antes | Depois |
| Averigúe, apazigúe, ele argúi, enxagúe você | Averigue, apazigue, ele argui, enxague você |
| Observação: as demais regras de acentuação permanecem as mesmas | |
| Hífen – veja como ficam as principais regras do hífen com prefixos: | ||
| Prefixos | Usa hífen | Não usa hífen |
| Agro, ante, anti, arqui, auto, contra, extra, infra, intra, macro, mega, micro, maxi, mini, semi, sobre, supra, tele, ultra... | Quando a palavra seguinte começa com h ou com vogal igual à última do prefixo: auto-hipnose, auto-observação, anti-herói, anti-imperalista, micro-ondas, mini-hotel | Em todos os demais casos: autorretrato, autossustentável, autoanálise, autocontrole, antirracista, antissocial, antivírus, minidicionário, minissaia, minirreforma, ultrassom |
| Hiper, inter, super | Quando a palavra seguinte começa com h ou com r: super-homem, inter-regional | Em todos os demais casos: hiperinflação, supersônico |
| Sub | Quando a palavra seguinte começa com b, h ou r: sub-base, sub-reino, sub-humano | Em todos os demais casos: subsecretário, subeditor |
| Vice | Sempre: vice-rei, vice-presidente | |
| Pan, circum | Quando a palavra seguinte começa com h, m, n ou vogais: pan-americano, circum-hospitalar | Em todos os demais casos: pansexual, circuncisão |
| Fonte: professor Sérgio Nogueira | ||
As novas regras ortográficas estão valendo desde o dia 1º de janeiro de 2009. De acordo com o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, até 2012 valem as duas formas de escrever: a antiga e a nova. No Ano Novo começa o chamado “período de transição”. Portugal, que também aprovou o acordo ortográfico, adotará as novas regras até 2014.
O guia acima traz as mudanças que já estão definidas. Ainda há exceções - por exemplo, no uso do hífen - que deverão ser discutidas entre as Academias de Letras dos países que falam a língua portuguesa. Espera-se que a Academia Brasileira de Letras organize um vocabulário até fevereiro de 2009.
Vale lembrar que o que muda é a grafia. Ou seja, nada de pronunciar “lin-gui-ça”. A fala continua a mesma, mesmo sem os dois pontinhos em cima do “u”.
Fonte: G1
terça-feira, 30 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
Vinda da Família Real para o Brasil
domingo, 24 de maio de 2009
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