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terça-feira, 3 de março de 2026

Planejamento Trimestral História - Ensino Médio - 1º Ano

 Só copiar e colar no Word!

Pronto para usar!

SEEDUC - RJ

PLANEJAMENTO ANUAL  - 2026

DISCIPLINA:  HISTÓRIA

SÉRIE: 1º ANO

 

1º TRIMESTRE

 

Início: 05/02/2026

 

Final: 18/05/2026

 

 

 

DATAS

CONTEÚDOS

Aula introdutória

Carnaval

Conceitos básicos da História e seu objeto de estudo

Fontes históricas: tipologias e metodologias

Relações entre História,  fato histórico e memória

O conhecimento histórico e as diferentes narrativas sobre as origens dos povos

Povos da Antiguidade: Mesopotâmia, Egito, Grécia e Roma

Cultura material, religião, filosofia e política

Legados da Antiguidade para a modernidade

 

 

 

2º TRIMESTRE

 

Início: 19/05/2026

 

Final: 04/09/2026

DATAS

CONTEÚDOS

Feudalismo: organização social, política e econômica; Igreja como poder cultural e político

Império Bizantino e expansão islâmica

Transição para a modernidade

Renascimento cultural, artístico e científico

Grandes Navegações e o início do sistema colonial

Reformas religiosas e Contrarreforma

 

 

 

3º TRIMESTRE

 

Início: 08/09/2026

 

Final: 23/12/2026

DATAS

CONTEÚDOS

Formação dos Estados Nacionais; Absolutismo e mercantilismo

Iluminismo e novas ideias políticas e sociais

Povos indígenas e sociedades pré-coloniais

Brasil colonial

Trabalho compulsório: escravidão indígena e africana

Genocídio indígena e diáspora africana

Sociedade colonial: cotidiano, cultura e religiosidade

 


segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Plano de Curso de História Gratuito

Vamos começar o ano com planejamento anual para o Ensino Médio!


História, trimestral, de acordo com a BNCC.

E o melhor: GRATUITO !!!

Versões:












terça-feira, 30 de dezembro de 2025

📜 Fontes Históricas

 Clique aqui para baixar a versão editável em Word: Fontes Históricas

ESCOLA

Disciplina: HISTORIA

Nome: __________________________________________________________________ Turma: ____________ Data: ___________________


📜 Fontes Históricas

O trabalho dos historiadores é possível graças às fontes históricas. Elas são os vestígios deixados por sociedades do passado e que ajudam na construção do conhecimento sobre a história da humanidade. Através dessas fontes, os historiadores analisam, interpretam e compreendem como as pessoas viviam, pensavam e se organizavam em diferentes tempos e espaços.

As fontes históricas podem ser muito variadas. Existem as fontes materiais, que são objetos, construções, ferramentas, roupas, armas, utensílios, moedas, entre outros vestígios físicos. Também há as fontes escritas, como cartas, livros, documentos oficiais, leis, contratos e inscrições em pedras ou monumentos.

Além disso, há as fontes iconográficas, que são imagens como pinturas, fotografias, gravuras, desenhos e esculturas. As fontes orais também são muito importantes e se baseiam nos relatos, histórias e depoimentos das pessoas sobre acontecimentos do passado. Nos tempos mais recentes, surgiram também as fontes audiovisuais, como filmes, vídeos e gravações.

É fundamental lembrar que nem toda fonte é utilizada da mesma forma para todos os períodos. Por exemplo, para estudar sociedades que não desenvolveram a escrita, como muitos povos indígenas ou africanos antigos, os historiadores dependem muito mais das fontes materiais, orais e iconográficas.

Portanto, as fontes históricas são essenciais para que possamos entender o passado, percebendo que a História não se constrói apenas com datas e fatos, mas sim com a análise dos diversos vestígios que as sociedades deixaram ao longo do tempo.

🔹 Objetivas (1 a 4)

1. De acordo com o texto, as fontes históricas são:


a) Objetos modernos sem valor histórico
b) Apenas documentos escritos
c) Vestígios deixados por sociedades do passado
d) Apenas construções antigas

2. Quando os historiadores estudam cartas, leis e contratos, estão utilizando que tipo de fonte?


a) Oral
b) Iconográfica
c) Audiovisual
d) Escrita

3. Qual alternativa apresenta apenas exemplos de fontes materiais?


a) Fotografias, vídeos e filmes
b) Ferramentas, roupas e moedas
c) Cartas, contratos e livros
d) Pinturas, desenhos e gravuras

4. Sobre as fontes orais, é correto afirmar que:


a) São baseadas em relatos, histórias e depoimentos
b) São registros encontrados apenas em museus
c) Correspondem exclusivamente às leis antigas
d) Não são consideradas fontes históricas

🔸 Discursivas (5 a 10)

5. De acordo com o texto, o que são fontes históricas?

6. Cite dois exemplos de fontes materiais mencionados no texto.


7. O que são fontes iconográficas, segundo o texto?

8. De acordo com o texto, para que servem as fontes históricas?

9. Por que, segundo o texto, os historiadores usam mais as fontes materiais, orais e iconográficas para estudar sociedades que não desenvolveram a escrita?

10. De acordo com o texto, o que os historiadores podem descobrir por meio da análise das fontes históricas?

 Clique aqui para baixar a versão editável em Word: Fontes Históricas


GABARITO:

📝 Questões sobre Fontes Históricas

🔹 Objetivas (1 a 4)

1️ De acordo com o texto, as fontes históricas são:
a) Objetos modernos sem valor histórico.
b) Apenas documentos escritos.
c) Vestígios deixados por sociedades do passado.
d) Apenas construções antigas.
Resposta: c

2️ Quando os historiadores estudam cartas, leis e contratos, estão utilizando que tipo de fonte?
a) Oral.
b) Iconográfica.
c) Audiovisual.
d) Escrita.
Resposta: d

3️ Qual alternativa apresenta apenas exemplos de fontes materiais?
a) Fotografias, vídeos e filmes.
b) Ferramentas, roupas e moedas.
c) Cartas, contratos e livros.
d) Pinturas, desenhos e gravuras.
Resposta: b

4️ Sobre as fontes orais, é correto afirmar que:
a) São baseadas em relatos, histórias e depoimentos.
b) São registros encontrados apenas em museus.
c) Correspondem exclusivamente às leis antigas.
d) Não são consideradas fontes históricas.
Resposta: a


🔸 Discursivas (5 a 10)

5️⃣ De acordo com o texto, o que são fontes históricas?
Gabarito: São os vestígios deixados por sociedades do passado e que ajudam na construção do conhecimento sobre a história da humanidade.

6️ Cite dois exemplos de fontes materiais mencionados no texto.
Gabarito: Ferramentas e moedas (ou também roupas, armas, utensílios e construções).

7️ O que são fontes iconográficas, segundo o texto?
Gabarito: São imagens, como pinturas, fotografias, gravuras, desenhos e esculturas.

8️ De acordo com o texto, para que servem as fontes históricas?
Gabarito: Servem para que os historiadores analisem, interpretem e compreendam como as pessoas viviam, pensavam e se organizavam em diferentes tempos e espaços.

9️ Por que, segundo o texto, os historiadores usam mais as fontes materiais, orais e iconográficas para estudar sociedades que não desenvolveram a escrita?
Gabarito: Porque essas sociedades não deixaram documentos escritos, então os historiadores dependem de outros tipos de vestígios, como materiais, orais e iconográficos.

🔟 De acordo com o texto, o que os historiadores podem descobrir por meio da análise das fontes históricas?
Gabarito: Como as pessoas viviam, pensavam e se organizavam em diferentes tempos e espaços.


quarta-feira, 8 de abril de 2020

Saerjinho 2013 | 2014 | 2015

Tenha acesso às provas anteriores do Saerjinho - SEEDUC/RJ.

Clique AQUI para ser direcionado (a) à pasta do Saerjinho no Google drive.


sexta-feira, 8 de abril de 2016

Mini monografia para o 2º Ano EM

A partir da ideia de projeto/monografia de uma colega e da minha Orientadora na graduação e mestrado, elaborei meu próprio roteiro para trabalhar mini monografia com o 2º ano. Como é a primeira vez que pretendo fazer isso, resolvi utilizar como ponto de partida, o próprio livro deles. Vamos ver depois como vai ficar!



Mini monografia


Esta atividade, individual, será desenvolvida ao longo dos quatro bimestres do ano de 2016. Em cada bimestre o aluno entregará uma parte de sua pesquisa, e no 4º bimestre, apresentará sua mini monografia. Esta pesquisa possui valor bimestral de 3,0 (três) pontos. O estudante deverá selecionar UM dos capítulos do seu livro de História deste ano como tema.
A monografia deverá ser composta de 5 itens:

1. Folha de rosto
2. Introdução (apresentação do tema, objetivos e justificativas) – (máx. 2 laudas e meia)
3. Desenvolvimento (análise do material pesquisado) – (máx. 6 laudas)
4. Conclusão – (máx. 2 laudas e meia)
5. Referências Bibliográficas e Anexos (se houver)

Itens da monografia

1. Folha de rosto (ver anexo)
1.1 Título: deve conter: objeto de análise ou tema, local e período. Exemplo: O culto divino e ao culto funerário (tema) no Antigo Egito (local): 1307-1070 a. C. (corte temporal)

2. Introdução

Você, aluno (a), apresentará as seguintes questões, em no máximo 2 laudas e meia:

• O que é a pesquisa: O quê? Quando? Onde? Como? Por quê?
• Qual o seu interesse?
• Discussão Historiográfica (pelo menos 3 autores/livros/artigos que falem do seu tema)
• Problemática do tema de pesquisa, em forma de pergunta. Exemplo: O Brasil, em 1500, foi descoberto, invadido ou ocorreu um encontro entre culturas diferentes?
• Justificativa (o porquê do corte temporal e a justificativa do título)

3. Desenvolvimento

Aqui, você irá discorrer a análise/fichamento do material pesquisado. Apresente material de diferentes pontos de vistas sobre seu tema de pesquisa. Vale acrescentar imagens, dados estatísticos, tabelas, etc.

4. Conclusão

Nesta parte, você irá apresentar a resposta da sua problemática com base do que apresentou no desenvolvimento, incluindo extraindo trechos do mesmo.

5. Referências Bibliográficas e Anexos

Consulte o site ao lado para formatar seu trabalho (ABNT): http://www.leffa.pro.br/textos/abnt.htm#5.9.1.1

Formatação da Introdução, Desenvolvimento e Conclusão:
Letra: Times New Roman, tamanho 12;
Margens:  superior: 3 cm; inferior: 2 cm; direita: 2 cm; esquerda: 3 cm;
Entrelinhas: 1,5.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Cultura e Diversidade

Estou com uma turminha de Sociologia do 1º Ano, então, segue uma atividade baseada no Currículo Mínimo do 2º bimestre:

ATIVIDADE

Leia o trecho da reportagem abaixo sobre o pastel de carne de cachorro, e responda às questões 1 e 2:
Uma investigação do Ministério Público do Trabalho (MPT) descobriu uma lanchonete em Parada de Lucas, na Zona Norte do Rio, que vendia pastéis e outros salgados recheados com carne de cachorro. Os animais eram mortos nos fundos do estabelecimento a pauladas, desmembrados e congelados para uso posterior.
O dono da lanchonete, um chinês, já está preso e cumprindo pena no Complexo do Gericinó. Em um primeiro momento, ele chegou a dizer que não sabia que o abate de cachorros era proibido no Brasil. Depois, confessou que tinha ciência de que era um crime. A investigação do MPT teve início em 2013, quando a lanchonete foi descoberta, mas só agora as informações foram divulgadas à imprensa. Ele disse também que recolhia os animais nas ruas da Zona Norte.
Para tentar justificar a prática de colocar carne de cachorro nos salgados comercializados em sua lanchonete, o chinês alegou que a prática é muito comum em lanchonetes que pertencem à chineses em toda a capital fluminense. [...]

1. Aponte a mudança cultural presente no caso do pastel chinês de carne de cachorro.

2. Dê um exemplo de uma transformação na sociedade brasileira que poderia acontecer decorrente da revelação de que carnes de cachorros são utilizadas pelos chineses daqui para fazer salgados?

Discurso Filosófico

Atualmente estou ensinando Filosofia para o 1º Ano, assim, montei um pequeno texto introdutório, utilizando dois livros:

ARANHA, Maria Lúcia de Arruda, MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando - Introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009.

CHAUÍ, Marilena. Iniciação à Filosofia. São Paulo – SP: Editora Ática, 2014.

Discurso Filosófico

As contradições e limitações do mito para explicara realidade natural e humana levaram a filosofia a retomá-los, porém reformulando e racionalizando as narrativas míticas, transformando-as numa explicação inteiramente nova e diferente.

O que perguntavam os primeiros filósofos?

# Por que os seres nascem e morrem?

# Por que a doença invade os corpos, rouba-lhes a cor, a força?

# Por que as coisas se tornam opostas ao que eram?

# De onde vêm os seres?

O nascimento da Filosofia

Os historiadores da filosofia dizem que ela tem data e local de nascimento: fim do século VII a.C. e início do século VI a.C., na cidade de Mileto, uma das colônias gregas da Ásia Menor (atual Turquia). E o primeiro filósofo foi Tales de Mileto.

Arckhé – o príncipio de todas as coisas

Buscar a arkhé é explicar qual é o elemento constitutivo de todas as coisas. Veja como alguns filósofos pré-socráticos respondiam:

# Tales de Mileto (624 - 548 a.C.) – astrônomo, matemático e primeiro filósofo, para ele a arckhé é a água;

# Pitágoras (570 - 497 a.C.) – filósofo e matemático, o número é a essência de tudo, todo os cosmos é harmonia porque é ordenado pelos números;

# Anaxímenes (588 - 524 a.C.) – é o ar que pela rarefação e condensação faz nascer e transformar todas as coisas;

# Parmênides de Eleia (544 – 450 a.C.) e Heráclito de Éfeso (535-475 a.C.) desenvolveram teorias que entraram em conflito e instigaram os filósofos do período Clássico. Enquanto para Parmênides o ser real é imóvel, imutável e o movimento é uma ilusão, para Heráclito tudo flui e tudo o que é fixo é ilusão: “não nos banhamos duas vezes no mesmo rio”.

Diferenças entre mito e filosofia

1. O mito pretendia narrar como as coisas eram no passado imemorial, longínquo e fabuloso, voltando-se para o que era antes que tudo existisse tal como no presente. A filosofia, ao contrário, se preocupa em explicar como e por que, no passado, no presente e no futuro, as coisas são como são.

2. O mito narrava a origem por meio de genealogias e rivalidades ou alianças entre forças divinas sobrenaturais e personificadas. A filosofia, ao contrário, explica a produção natural das coisas por elementos naturais primordiais (água ou úmido, fogo ou quente, ar ou frio, terra ou seco), por meio de causas naturais e impessoais (pela combinação, composição e separação entre os quatro elementos primordiais).

3. O mito não se importava com contradições, com o fabuloso e o incompreensível, não só porque esses são traços próprios da narrativa mítica, como também porque a confiança e a crença no mito vinham da autoridade religiosas do narrador. A filosofia, ao contrário, não admite contradições, fabulação e coisas incompreensíveis, mas exige que a explicação seja coerente, lógica e racional.

quarta-feira, 22 de abril de 2015