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domingo, 25 de novembro de 2012

Questões de Roma Antiga - 6º Ano



AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA– 4º BIMESTRE – 6º ANO

Responda com lápis ou caneta (exceto vermelha). O uso de corretor reduzirá sua nota.
 
Leia o texto a seguir e responda às questões:

República Romana


Até o século III a.C., a República Romana possuiu um caráter essencialmente aristocrático: os patrícios mantinham em suas mãos a direção dos negócios do Estado. Nessa época, o poder executivo era exercido por magistrados eleitos anualmente pela Assembleia Centurial, cujos membros eram:

Cônsules – Em número de dois, comandavam o exército, convocavam o Senado e presidiam os cultos públicos.
Pretores – Cuidavam da Justiça (juízes).
Censores – Faziam o censo dos cidadãos.
Questores – Encarregados da questão financeira.
Edis – Responsabilizavam-se pela preservação, pelo policiamento e abastecimento das cidades.

O Senado era o órgão com maior poder, composto por 300 senadores vitalícios.


Fonte: http://www.colegioweb.com.br/historia/republica.html

1. O que significa dizer que a República Romana tinha um caráter aristocrático?
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2. Qual instituição tinha mais poder na República Romana? ________________________
3. Marcus Aurelius, habitante da cidade de Roma, foi acusado de roubar pão, quem, de acordo com o texto acima, iria resolver o caso de Marcus Aurelius? __________________
4. A religião na Roma Antiga caracterizou-se pelo politeísmo, com elementos que combinaram influências de diversos cultos ao longo de sua história. Na Roma Antiga, com o passar dos séculos, diferentes cultos e divindades foram incluídos ao sistema religioso da cidade. Quem presidia os cultos públicos? __________________________________
5. Se você fosse um cidadão romano, você poderia se alistar no exército como legionário. Quem comandava o exército? ________________________________________________

Leia o texto abaixo e responda à questão:
                                                             
  Pão e Circo 


Com o crescimento urbano vieram também os problemas sociais para Roma. A escravidão gerou muito desemprego na zona rural, pois muitos camponeses perderam seus empregos. Esta massa de desempregados migrou para as cidades romanas em busca de empregos e melhores condições de vida. Receoso de que pudesse acontecer alguma revolta de desempregados, o imperador criou a política do Pão e Circo.
Esta consistia em oferecer aos romanos alimentação e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios ( o mais famoso foi o Coliseu de Roma ), onde eram distribuídos alimentos. Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida, diminuindo as chances de revolta.
Fonte: http://www.suapesquisa.com/imperioromano/
6. Explique com suas palavras o que você entendeu sobre a política do Pão e Circo durante o Império Romano:
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7. Você acha que distribuir alimento e diversão gratuitamente para os pobres é a melhor solução para seus problemas? Por quê?
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Baixe o original com imagens em: http://pt.scribd.com/doc/114377757

segunda-feira, 12 de março de 2012

A LOUCURA IMPERIAL NA ROMA ANTIGA




    O Núcleo de Estudos e Referências sobre a Antiguidade e o Medievo (NERO-UNIRIO) convida para a Mesa Redonda A Loucura Imperial na Roma Antiga, a ser realizada na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), com a participação de docentes da Escola de História e do PPGH-UNIRIO e do Prof. Dr. Aloys Winterling (Humboldt Universität-Berlin).

Data: 2 de abril de 2012
Horário: 14 horas
Local: Auditório Paulo Freire , Av. Pasteur, 458 – térreo - Urca – Rio de Janeiro.

Confere-se certificado.



Resumos:

Optimus princeps: o modelo ciceroniano do governante ideal
Prof.a Dr.a Claudia Beltrão da Rosa (História – UNIRIO)

Marco Túlio Cícero, no século I a.C., contribuiu para a criação de uma tradição teórica conservadora e androcêntrica, fornecendo um modelo do governante ideal, o optimus princeps, um ser cujas virtudes se expressam na ação pública. Este modelo retórico reúne virtudes teóricas e práticas, e é exposto a partir de oposições (elogio x censura; virtudes x vícios), calcadas na moralidade conservadora tardo-republicana. Ao optimus princeps, um ser “esplêndido e viril”, Cícero opõe o “infame e efeminado”. Neste modelo, que terá grande sucesso nos séculos futuros, a excelência moral do governante traz em si uma preocupação com o tema da virilidade que beira à obsessão.

O músico Nero e os limites do poder
Prof.a Dr.a Juliana Bastos Marques (História – UNIRIO)

A má fama de Nero como tirano, incendiário e matricida se consolidou na tradição historiográfica, acentuando-se ainda mais através dos autores cristãos. Porém, as fontes que narram seu principado - Tácito, Suetônio e Díon Cássio - deixam claro que a oposição da elite e das províncias, que resultou em sua queda em 68 d. C., tinham uma razão que hoje nos parece bem mais prosaica: o lado artístico do imperador. Ator e condutor de carros de corrida, Nero também passou a se impor progressivamente como músico profissional, competindo em vários festivais. Enquanto os provinciais e as fontes posteriores condenavam essa postura, vindos de um ambiente conservador longe de Roma, Nero teve um considerável apoio entre o povo e as elites tradicionais da capital. Assim, a transformação progressiva do imperador em citaredo profissional pode ser interpretada não como um ato de loucura, mas como uma forma de afirmação de poder, ainda que sua estratégia tenha falhado por fim.

Imperial Madness in Imperial Rome
Prof. Dr. Aloys Winterling (Humboldt Universität- Berlin)

Imperial Madness in Imperial Rome é o tema que o autor explorou em sua biografia de Calígula, publicada na Alemanha, em 2003, e que agora ganhou uma tradução para o inglês. Sua tese é de que o retrato de certos imperadores júlio-claudianos como loucos é uma construção tardia que, além de não encontrar correspondência com o conceito antigo de loucura, obscurece o fato de que imperadores como Calígula foram assim retratados pois estabeleceram uma relação diferente com o Senado, ao romperem o ideal augustano de comunicação com este corpo, pautado na ideia de que princeps e senado se complementavam no governo do império. Calígula teria quebrado esse protocolo com a tentativa de afirmação de um poder monárquico absoluto. 

domingo, 20 de novembro de 2011

terça-feira, 7 de julho de 2009

Quais foram os três maiores impérios da história?


Romanos, russos e britânicos dividem o posto de maiores impérios, graças às suas extensões territoriais, longevidade e contribuições que deixaram para o mundo

Eliza Kobayashi (novaescola@atleitor.com.br)


Exército romano, em cena do seriado Roma, exibido no canal de TV HBO.
Foto: Divulgação

Para definir quais foram os maiores impérios de todos os tempos, não basta levar em conta apenas a extensão territorial. "Existiram os muito grandes, mas que foram também muito efêmeros", diz o professor doutor Pedro Paulo Funari, do Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade de Campinas (Unicamp). Segundo ele, a duração e o legado de cada um deles também são fatores importantes nessa definição. É a partir desses critérios que são apontados os impérios romano, russo e britânico como os três maiores da história. "O mongol teve extensão maior que o romano, por exemplo, mas sua duração foi muito curta. Já o de Alexandre, o Grande, durou somente dez anos e chegou ao fim com sua morte", cita. "O império romano, por sua vez, além de ser muito extenso, existiu por quase oito séculos e deixou consequências muito duradouras, como as estradas construídas na época e que são usadas até hoje, e as leis, que foram transmitidas para diversas civilizações. Já os britânicos expandiram a língua inglesa e difundiram aquilo que caracteriza o mundo de hoje, que é a industrialização e a globalização", destaca o professor.

Embora tenham ocorrido em épocas diferentes, os três impérios carregam algumas características em comum. "Eles conviviam com um poder central e a diversidade cultural dos povos dominados - porém, de maneiras diferentes em cada um deles. Além disso, nos três casos fazia-se uso de uma língua de comunicação entre as elites: o latim, no romano; o inglês, no britânico; e o russo. Não é à toa que esses idiomas se tornaram tão importantes mundialmente", explica Pedro Funari. Mas as semelhanças não passam muito para além dessas esferas. Individualmente, cada um possuía características muito peculiares, desde a forma de conquista e administração até na sua relação com os povos dominados.

Império Romano
É o mais antigo entre os três. Teve suas origens no século 4 a.C.O poder centralizado não era tão forte, mas utilizavam-se mecanismos que garantiam a dominação dos povos conquistados. "O exército romano era poderosíssimo, baseado na tecnologia do ferro. Havia uma organização militar bem consolidada. Além disso, os colonizados eram aceitos como cidadãos romanos. Isso foi muito importante", afirma o professor Funari. Sua administração também era bastante organizada. "Era um tipo de império fundado em cidades, onde a vida girava em torno delas. Havia um excelente sistema viário - o melhor até a invenção dos trens - que fazia a comunicação entre elas, permitindo o transporte das tropas". O império teve seu fim entre os anos de 410 e 480, quando diversas áreas começaram a se desmembrar no ocidente e deixou de existir um governo centralizado, dando origem à formação de reinos bárbaros.

Império Russo
Teve início no século 16 e terminou com a Revolução Russa em 1917. "Formalmente, ele acabou, mas de certa forma continuou existindo como União Soviética até 1989", diz Pedro Funari. "Hoje em dia, a Rússia ainda mantém características de império. Sua extensão não é mais tão ampla como foi no passado, porém, ela chega até a China e ainda possui várias regiões que falam línguas diferentes". Essa foi, aliás, uma marca importante do poder russo: ao conquistar povos tanto do oriente quanto do ocidente, permitia-se que eles mantivessem suas línguas e culturas. Isso porque o poder político era fortemente centralizado na figura do czar. "Era um governo teocrático, e o principal elemento de aglutinação foi a igreja ortodoxa. Os chefes locais eram mantidos prestando tributos ao czar", explica o historiador. O império foi o maior em continuidade geográfica, diferentemente do romano, que se organizava em torno do Mar Mediterrâneo, e do britânico, que teve colônias espalhadas por todos os continentes.

Império Britânico
Foi o maior império descontinuo da história. Já no século 16, conquista a Irlanda, formando seus primeiros embriões. Mas foi só nos séculos 18 e 19 que os britânicos se consolidaram como grande império, ao dominar parte do continente africano e países como Índia, Austrália e Canadá. "Havia uma frase que dizia: 'O sol nunca se põe no império britânico", porque ele se espalhou por todo o mundo", comenta Pedro Funari. As principais características foram as suas bases na marinha e no domínio econômico sobre suas colônias, que produziam matéria-prima para a Inglaterra e consumiam seus produtos industrializados. "Era um império capitalista, enquanto o romano era escravista, e o russo, de servidão feudal", destaca o professor. O desenvolvimento da indústria no país foi o fator chave que permitiu um acúmulo de capital para investir em frotas marinhas e, com isso, conquistar suas colônias. Suas formas de controle também eram eficazes. "Eles fizeram alianças com elites locais, beneficiando-as, como, por exemplo, os marajás indianos", explica Pedro. O fim pode ser datado a partir da independência da Índia, em 1947. "Foi o primeiro grande golpe contra a coroa, em que sua maior joia foi perdida. As colônias na África também foram conquistando sua independência nos anos 50, e, já em 1970, a
Inglaterra já não formava mais um império - embora ainda hoje englobe as comunidades britânicas de suas ex-colônias", diz o professor.





Fonte: Revista Nova Escola


quinta-feira, 7 de maio de 2009

Divisão do Império Romano em 395


Clique na imagem para ampliá-la.

Este mapa se encontra no livro: Projeto Araribá, 5ª série, pág. 209 e foi retirado de DUBY, Georges. Atlas historique. Paris: Larousse, 1987, p.34.

Bibliografia:
MELANI, Maria Raquel Apolinário (Ed. Resp.). Projeto Araribá: História. 5ª Série. São Paulo: Moderna, 2006. p. 209.



Uma versão atualizada, um pouco diferente em cores e localização do quadro da legenda, porém mesma fonte:
Clique na imagem para ampliá-la.

Bibliografia:
APOLINÁRIO, Maria Raquel (Ed. Resp.).  Projeto Araribá: História. 6º Ano . São Paulo: Moderna, 2007. p. 221.

Créditos: Rosental - Editora Moderna

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