Mostrando postagens com marcador Resumos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Resumos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Conteúdo: As doutrinas sociais do século XIX - Currículo Mínimo - 2º Ano do Ensino Médio

Habilidade e competência: Discutir as condições de trabalho e a formação da cultura política contemporânea.


AS CONDIÇÕES DE TRABALHO E A FORMAÇÃO DA CULTURA POLÍTICA CONTEMPORÂNEA

Sem dúvida, a industrialização trouxe, ao longo do tempo, benefícios para toda a sociedade. Mas também acabou gerando sofrimento para os trabalhadores, até mesmo pela ausência de leis que colocassem limites à cobiça dos capitalistas.
A descrição das fábricas foi sempre negativa: baixos salários, exploração do trabalho infantil e da mulher, umidade ou frio excessivo, jornadas de até 16 horas diárias, ar poluído, sujeira, humilhações sofridas pelos trabalhadores, acidentes com máquinas que provocavam mutilações e mortes. Os operários eram constantemente vigiados e obedeciam a horários rigorosos; uma verdadeira disciplina militar que não excluía a violência física dos capatazes. Eram regras exclusivamente impostas pelos interesses dos patrões. Além disso, o fantasma do desemprego estava sempre presente, obrigando o trabalhador a suportar esse regime. Fora das fábricas as condições não eram melhores: muitos se entregavam ao alcoolismo, as habitações eram precárias, nos bairros populares não havia saneamento, as epidemias se espalhavam e os salários não eram suficientes para alimentar a família.
No início do século XIX aconteceu o Movimento Ludista, que era formado por grupos de operários que invadiam as fábricas e quebravam todo o maquinário como forma de protesto. Os ludistas consideram que as máquinas eram as grandes responsáveis pelo desemprego. A reação do governo foi violenta, com prisões, deportações e enforcamentos. Em 1817, o governo proibiu reuniões públicas e distribuição de panfletos que incitassem revoltas ou manifestações. Dessa forma, as primeiras manifestações operárias eram tratadas como caso de polícia.
Para melhor se organizar, os operários começaram a formar associações de ajuda mútua, conhecidas como Trade Unions. Essas associações tinham como objetivo principal organizar as reivindicações dos operários que, em troca pagava uma pequena mensalidade. Essas associações foram se fortalecendo lentamente e deram origem aos sindicatos de trabalhadores.
No final da década de 1830 surgiu um novo movimento, mais organizado e centrado em reivindicações políticas. A iniciativa partiu da Associação dos Trabalhadores de Londres, com a divulgação da Carta do Povo, redigida por William Lovett e enviada ao Parlamento em 1838. Por isso, esse movimento ficou conhecido como cartismo.
Os cartistas queriam a aprovação de uma reforma parlamentar que garantisse uma representação política para os operários; o sufrágio universal masculino,  voto secreto, pagamento de salários aos parlamentares para que os operários pudessem se candidatar e uma reforma nos distritos eleitorais. O objetivo era claro: democratizar o Parlamento, permitindo maior acesso ao poder legislativo.
O Parlamento aprovou a jornada de trabalho de 10 horas, em 1842; proibiu o trabalho de crianças e mulheres na limpeza das máquinas em funcionamento em 1844; no mesmo ano reduziu pela meta a jornada de trabalho para crianças menores de 13 anos. Os sindicatos, no entanto, só seriam reconhecidos na década de 1870. Mas o movimento foi fundamental e marca as primeiras conquistas dos trabalhadores.

OS GRUPOS SOCIAIS

Os operários eram homens, mulheres e crianças que abandonaram suas atividades tradicionais como o artesanato e o campesinato para trabalhar nas indústrias. O salário que recebiam era insuficiente para sustentar a família e, a grande maioria não conseguia pagar o aluguel de uma casa, sendo obrigados a morar em albergues e cortiços. Os que conseguiam pagar aluguel moravam em residências precárias perto das fábricas, onde a poluição e a falta de saneamento básico tornavam o ambiente propicio para a proliferação de doenças. Nos momentos em que não estava trabalhando, nem cuidando de seus afazeres, o que era raro, os operários procuravam alguma forma de lazer. Costumavam frequentar pubs (bares) e as feiras ao ar livre. O futebol também era bastante praticado pelos operários.
Os burgueses, proprietários das indústrias, cada vez mais ricos e ociosos, moravam em mansões suntuosas, nos bairros distantes das fábricas e divertiam-se praticando caça, passeando e frequentando luxuosos teatros. Além disso, aproveitavam o tempo livre para estudar manuais de etiqueta e também livros sobre conhecimentos modernos. Com isso, a burguesia criou um novo padrão de cultura e de comportamento, caracterizado pelo apreço a administração racional do tempo e do dinheiro.
A Revolução Industrial aumentou o contraste social entre a rica burguesia e a massa pobre de operários, mas possibilitou o surgimento de uma classe social intermediária, posteriormente chamada de “pequena burguesia”. Essa nova classe, denominada de classe média era formada principalmente por profissionais autônomos prestadores de serviços como advogados, médicos, jornalistas, engenheiros e professores, além de pequenos proprietários como comerciantes. Esse grupo social dava grande importância e valor a moral burguesa, exaltando o sucesso financeiro e cultivando um modo de vida austero e sem excessos. Muitos membros da classe média mantinham contatos com os operários, o que estimulava a denunciar as péssimas condições de vida da população pobre, enquanto condenavam as atitudes que consideravam imorais, como o roubo e a mendicância.

Adaptado de:

Civilização da Índia Antiga


1. O Vale do Rio Indo, onde hoje se localiza o Paquistão, começou a ser ocupado por volta de 7000 a.C.

2. Como na China e Mesopotâmia, a agricultura irrigada pelas águas dos rios foi fundamental para o desenvolvimento da civilização indiana antiga.

3. Por volta de 2600 a.C., grandes cidades como Harapa e Mohenjo Daro, já existiam nas margens do Rio Indo e de seus afluentes.

4. Harapa era a cidade mais antiga do Vale do Rio Indo e pode ter sido o centro dessa civilização.

5. A agricultura constituía a base econômica da civilização harapense.

6. Os harapenses desenvolveram um artesanato bastante variado.

7. Instrumentos e armas: martelos facas, machados, brocas, espadas e flechas, feitos de pedra, osso, madeira, bronze, cobre, chumbo e estanho.

8. Utensílios domésticos: panelas, travessas, jarras, potes e copos.

9. Joias: braceletes, pentes e agulhas de ouro.

10. Os harapenses adoravam uma deusa-mãe, com seios grandes, quadris largos e cabelos penteados.

A Índia no período Védico

1. No período védico, organizou-se o bramanismo, religião predominante na Índia até os dias atuais.

2. As cidades harapenses se desestruturaram por volta de 1900 a.C.

3. A desorganização e o empobrecimento das cidades harapenses coincidiram com a chegada dos povos arianos (povos nômades e guerreiros originários da Europa Oriental).

4. A principal fonte para o estudo da história da Índia do período ariano são os livros chamados Vedas (palavra do sânscrito que significa livros do conhecimento).

5. Os arianos se sentiam superiores aos nativos. Esse preconceito foi um dos fatores que deram origem à sociedade de castas, ou seja, a divisão da sociedade indiana em grupos rigidamente demarcados.


(Atividade de recorte e colagem do Deus Brahma - pirâmide social indiana)



Fonte do texto: Projeto Araribá História, 6º Ano, Moderna. Págs: 122 a 126.
Fonte da imagem: História nos Dias de Hoje, 6º Ano, Editora Leya, pág. 151.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Revolução Industrial - Currículo Mínimo - 2º Ano EM

Habilidade e competência trabalhada:
- Compreender as mudanças socioeconômicas e ambientais resultantes do processo de industrialização.


As mudanças socioeconômicas provocadas pela Revolução Industrial
A Primeira Revolução Industrial ficou caracterizada por dois importantes aspectos: a descoberta das vantagens do uso de algumas matérias-primas (carvão como fonte de energia, ferro para a construção de maquinário e algodão para a produção têxtil) e o desenvolvimento da máquina a vapor e a implantação das ferrovias. Estes dois aspectos favoreceram não somente o âmbito da produtividade e a velocidade no escoamento da produção, também colaboraram no êxodo da população rural, em direção às cidades.
A migração para as cidades levou esta multidão de homens, mulheres e crianças ao emprego nas fábricas, ainda que as condições de trabalho fossem extremamente desfavoráveis. Assim, além de alienados da totalidade das etapas da produção, estavam submetidos a jornadas de trabalho sobre-humanas; ambientes insalubres, mal iluminados e sujos; baixos salários; ausência de direitos trabalhistas; sujeitos a castigos físicos; entre outros.
Segundo a ótica de Karl Marx, uma mudança fundamental estabeleceu-se na relação entre o homem e o trabalho. O trabalhador das indústrias estava subordinado ao processo das máquinas, sendo as últimas as protagonistas no processo produtivo. Há, assim, a desvalorização do próprio ser humano em detrimento à máquina.
Em vista deste quadro funesto, as revoltas da classe trabalhadora foram uma consequência natural mediante condições tão adversas. Surgem assim os movimentos operários, bem como os primeiros grupos feministas, buscando maiores direitos e melhores condições. Algumas revoltas tiveram um caráter extremamente violento, a exemplo das pontuadas pela presença ludista.
Em 1824, na Inglaterra, são criados os primeiros centros de ajuda mútua e de formação profissional, especialmente os conduzidos pelos semioficiais. Todavia, somente em 1833 é que emergem os sindicatos (Trade Unions) oriundos da luta da classe operária e sua busca por melhores condições trabalhistas. Seus principais representantes localizavam-se em Lancashire, Yorkshire e Manchester.
Outros sindicatos, a exemplo dos ingleses, surgem nos anos que se seguiram na França, nos Estados Unidos e na Alemanha. A grande verdade, porém, é que estes sindicatos não incutiam um receio descomunal na classe patronal, mas puderam dar a chance de fortalecimento da classe trabalhadora e suas reivindicações.
Da organização inicial destes sindicatos, originam-se outros movimentos e ideologias, muitos de ordem não apenas social, mas política. Destacam-se, assim o movimento cartista, o socialismo utópico, o socialismo científico, o anarquismo e o socialismo cristão.
Todavia, ainda que muitas vezes os efeitos do processo de Revolução Industrial tenham sido severos e prejudiciais, não pode se afirmar que absolutamente todos os resultados tenham sido desastrosos. A Ciência ganhou novo impulso – bom exemplo disso são os cientistas autodidatas como Michael Faraday, Lord Kelvin e Benjamin Franklin. Além disso, tanto a ferrovia, quanto os meios de transporte que se seguiram, encurtaram as distâncias e levaram o processo de comunicação a uma extrema velocidade. E, por outro lado, fizeram com que surgissem indivíduos capazes de questionar sobre os seus próprios direitos e que estivessem aptos a apontar sobre o que lutar.
Fonte:

Impactos Ambientais
   O grande problema que estamos vivendo hoje é consequência da revolução industrial. Após a Revolução Industrial todos os problemas ambientais se agravaram. A poluição do meio ambiente já está a consequências arrasadoras. 

    O aquecimento global, causado pelo agravamento do efeito estufa, é a principal prova de que a revolução industrial, por um lado trouxe benefícios econômicos políticos e sociais para o pais, mas por outro levou o meio ambiente à catástrofe.


   São vários os problemas que a Revolução Industrial provoca, como: poluição dos rios, poluição do ar, extinção de animais por terem os seus habitats destruídos, agravamento do efeito estufa, despejo de dejetos, a natureza foi afetada em todos os sentidos, primeiro para a extração dos recursos naturais que levam um grande período de tempo para se formarem, para fazer a fabricação dos produtos, segundo o próprio processo de produção polui o meio ambiente emitindo gases e materiais na atmosfera e na natureza, terceiro os produtos a seres utilizados são descartados de forma extremamente incorreta, sendo que seu processo de decomposição leva milhares de anos.
Fonte:

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Terra de Grandes Impérios

Suméria: o berço das cidades

Os sumérios habitavam o sul da Mesopotâmia, uma região favorecida pelas enchentes periódicas dos rios tigre e Eufrates. Nessa área, eles fundaram as primeiras cidades da história: Eridu, Ur, Uruk e Nipur. Pelo fato de essas cidades serem independentes entre si, os estudiosos as chamaram de “cidades-Estado”.
No início, o rei da cidade era o principal sacerdote de um templo. Ele era eleito por uma assembleia de homens livres, que também tinha de ser consultada no caso de campanhas militares.
A partir do terceiro milênio antes de Cristo, surgiram os impérios, ou seja, várias cidades passaram a ser dominadas por uma. Todas as cidades eram obrigadas a fornecer soldados e a pagar tributos ao0 governo da região dominadora. O Império Acádio (isto é, da região de Acad) foi o primeiro império mesopotâmico de grande extensão territorial.

Babilônia: a capital de um grande império

Por volta de 1900 a.C., a cidade da Babilônia tornou-se a sede de um grande império: o Primeiro Império Babilônico. Seu maior desenvolvimento ocorreu durante o governo de Hamurabi (1792-1750 a.C.). Hamurabi, além de ter conquistado muitos territórios, unificando quase toda a Mesopotâmia, foi também um grande administrador.
Em seu reinado houve duas grandes realizações:
·  O desenvolvimento da agricultura, favorecido pela construção e conservação de grandes reservatórios de água e canais de irrigação;
·  A elaboração do Código de Hamurabi, um conjunto de leis que deviam ser obedecidas em todo o império.
Após a morte de Hamurabi, seus sucessores tiveram dificuldades em manter o império unido, até que foram derrotados pelos hititas, um povo que habitava a região da Anatólia (atual Turquia).

Assírios: um povo militarista

Enquanto a Babilônia era destruída, surgia ao norte um império guerreiro e conquistador: o Império Assírio.
Os carros de combate e a cavalaria eram os elementos ofensivos do exército assírio. A infantaria, mais numerosa, compunha-se de arqueiros e lanceiros. Eles usavam capacete, couraça, botas e um grande escudo. A defesa ficava a cargo da infantaria ligeira, que carregava armamentos mais leves.
A ação dos exércitos assírios ficou marcada pela violência com que tratavam os vencidos. Por onde passavam, eles deixavam fileiras de mortos e cidades destruídas, e depois partiam carregando ouro, animais e outros bens saqueados dos povos dominados.
A enorme extensão do império tornou-se um problema para os reis assírios. Eles não conseguiam controlar revoltas, que explodiam em todas as regiões. No final do século VII a.C., as cidades assírias foram conquistadas pelos babilônios.

O Novo Império Babilônico

A desestruturação dos assírios possibilitou o renascimento do Império Babilônico, agora comandado pelos caldeus. Por essa razão, o novo império ficou conhecido também como Império Caldeu. O rei de maior destaque desse período foi Nabucodonosor, que destruiu a cidade de Jerusalém e enviou seus habitantes como prisioneiros para a Babilônia.
A Babilônia foi reconstruída, depois de vários anos de guerras civis, revoltas e invasões que devastaram a cidade. Palácios e templos foram erguidos ou recuperados [...]. A cidade também se tornou um importante centro comercial, por onde passavam caravanas de mercadores que se dirigiam ao Oriente.
O Novo Império Babilônico teve curta duração. Com a morte de Nabucodonosor seguiu-se uma disputa pelo trono entre seus sucessores que enfraqueceu o império. Em 539 a.C., os persas conquistaram a cidade da Babilônia.

Fonte:  Projeto Araribá, História, 6º Ano. 3ª Edição, 2010. Editora Moderna. Págs: 81, 82 e 83.


domingo, 10 de abril de 2016

Linha do Tempo

Extraído do livro:
Caderno de exercícios Saber e Fazer - 6º Ano, pág. 45.



Período Neolítico


Abaixo segue as transformações decorrentes da invenção da agricultura no período Neolítico.
Extraído do livro:
Caderno de exercícios Saber e Fazer - 6º Ano, pág. 40.


domingo, 6 de novembro de 2011

A Colonização da América Inglesa

No século XVII, as guerras político-religiosas na Inglaterra provocaram o exôdo de parte da população, que, em busca de abrigo e paz, dirigiu-se para a América com o objetivo de se estabelecer, provocando um povoamento efetivo.
As possessões inglesas na América estavam distribuídas em 13 colônias.
 Desde o Período Colonial, os territórios que dariam origem aos Estados Unidos tiveram uma diversificação na forma econômica de ocupação. O Norte e a parte da região central, pobres em terrenos agrícolas e com estreita planície costeira, que dificultava a exploração e impedia a aquisição de vastas extensões de terras, dedicaram-se mais ao comércio e à manufatura do que à agricultura. Multiplicaram-se as pequenas e médias explorações agrícolas, o comércio, o artesanato, as empresas de pesca e construção naval. Desenvolveu-se a vida urbana e formou-se uma aristocracia comercial.
Já as colônias do Sul apresentavam terras férteis e clima ameno, condições favoráveis ao desenvolvimento de uma intensa atividade agrícola. Proliferaram as grandes fazendas, principalmente de algodão. Formou-se uma poderosa aristocracia agrária, e o trabalho sustentava-se na mão-de-obra escrava negra. A empresa agrocomercial do Sul proporcionava altos lucros para a metrópole.
ATIVIDADES
1. Como se caracterizaram a economia e sociedade das colônias inglesas do Norte? 
2. Como se caracterizaram a economia e sociedade das colônias inglesas do Sul?

Bibliografia: 
Texto e atividades: ORDOÑEZ, Marlene. Caderno do Futuro: História. 8ª Série. São Paulo: IBEP, 2007. pp. 94-96.
Imagem:  Rosental - Editora Moderna

sábado, 29 de outubro de 2011

A Guerra da Secessão (Guerra Civil Americana)

A Guerra da Secessão agitou os Estados Unidos de 1861 a 1865. As diferenças econômica e políticas dos estados do Norte e do Sul foram decisivas para a eclosão do conflito.

  • O Norte possuía economia sustentada na indústria e no comércio; defendia tarifas alfandegárias protecionistas; apoiava a abolição dos escravos; era favorável a um governo central forte.

  • O Sul possuía uma economia agrária; era exportador de produtos agrícolas e importador de manufaturados [produtos produzidos por oficinas ou indústrias]; defendia tarifas alfandegárias baixas; lutava pela manutenção do escravismo; era favorável a um governo central fraco.
Um dos pontos mais importantes da divergência entre o Norte e o Sula era o problema do escravismo.
Nas eleições de 1860, venceu o republicano Abraham Lincoln, favorável à abolição da escravatura e ao protecionismo .
No dia 20 de dezembro do mesmo ano, antes mesmo de o presidente assumir o cargo, o estado da Carolina do Sul desligou-se da União , seguido por mais seis estados sulistas: Alabama, Mississípi, Flórida, Geórgia, Lousiana e Texas. Juntos formaram os Estados Confederados da América, tendo como capital Richmond, no estado da Virgínia. Escolheram Jefferson Davis para presidente, adotaram uma nova bandeira e elaboraram uma Constituição.
 Imagem 1.
Quando, em 1861, Lincoln assumiu a presidência, tentou sufocar o movimento pacificamente, mas não conseguiu. Novos estados aderiram à Confederação.
A superioridade do Norte sobre o Sul era grande, pois possuía indústrias de armas e de munições, estradas de ferro e navios.
 Imagem 2.

Após quatro anos de luta, em abril de 1865, caiu o último reduto separatista em Appomatox. O comandante do Sul, general Lee, rendeu-se ao general Grant, do Norte. Nesse mesmo ano, no dia 14 de abril, Lincoln foi alvejado por James Booth e morreu.

ATIVIDADES

1. Quais eram as diferenças entre o Norte e o Sul dos Estados Unidos?
2. Qual era a principal divergência entre Norte e Sul dos Estados Unidos no século XIX?
3. O que fizeram os estados norte-americanos do Sul quando Abraham Lincoln foi eleito presidente? 
4. Como terminou a Guerra da Secessão?
5. O que aconteceu com Abraham Licoln? 
Bibliografia: 
Texto e atividades: ORDOÑEZ, Marlene. Caderno do Futuro: História. 8ª Série. São Paulo: IBEP, 2007. pp. 94-96. 
Imagem 1: Disponível em: http://thomaslegion.net/maryland_civil_war_map_battle_of_antietam_battlefield.html. Acessado em 29 out. 2011. 
Imagem 2: Disponível em: http://history.howstuffworks.com/american-civil-war/american-civil-war-history.htm. Acessado em 29  out. 2011.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A Economia e a Sociedade na América Espanhola

A economia da América espanhola caracterizou-se pela exploração de metais preciosos - ouro e prata -, principalmente no México, onde os astecas já desenvolviam essa atividade.

A exploração de prata foi maior do que a de ouro e teve como maior do que a de ouro e teve como mais importante centros o vice-reino do México e as minas de Potosí, situadas no território da atual Bolívia. O regime empregado era o do monopólio real, aplicado por meio de impostos, como o quinto.

O ouro e a prata eram levados à Europa por galeões pertencentes à Coroa. Além dos metais preciosos, a América espanhola também enviava para a Europa produtos agrícolas, como o milho, o açúcar e o tabaco, cultivados em algumas regiões. A metrópole controlava o comércio colonial.

Com o declínio da mineração, no século XVIII, a agricultura e a pecuária passaram a ser atividades econômicas significativas. A mão-de-obra do escravo negro foi utilizada sobretudo na atividade agrícola.

Na sociedade colonial espanhola, a divisão social apresentava rígidas camadas, e a mobilidade era praticamente inexistente. Eram elas:


Imagem: http://clioaulas.blogspot.com/2010/01/processo-de-independencia-da-america.html

  • chapetones - brancos nascidos na Espanha e que ocupavam altos cargos civis e eclesiásticos;
  • criollos - filhos de espanhóis nascidos na América. Eram grandes proprietários de terras e minas, comerciantes, grandes pecuaristas e profissionais liberais;
  • mestiços - resultantes da miscigenação entre brancos e negros, e brancos e índios. Eram mascates, servidores domésticos e trabalhadores assalariados;
  • índios e negros escravos - a camada inferior, considerada apenas como força de trabalho.

ATIVIDADES

1. Sobre a economia da América Espanhola, NÃO é correto afirmar o seguinte:

(   ) Caracterizou-se pela exploração de metais preciosos, principalmente no México, onde os astecas já desenvolviam essa atividade.

(   ) A exploração de prata foi maior do que a de ouro e teve como mais importantes centros o vice-reino do México e as minas de Potosí, atual Bolívia.

(   ) O regime empregado era o do monopólio real, aplicado por meio de impostos, como o quinto.

(   ) A mão-de-obra sempre foi a do escravo africano, trazido em navios mercantes ingleses.

2. Associe corretamente:

(A) Chapetones
(B) Criollos
(C) Mestiços
(D) Índios e negros escravos

(   ) Ocupavam altos cargos civis e eclesiásticos.

(   ) Grandes proprietários de terras e minas, comerciantes, grandes pecuaristas e profissionais liberais.

(   ) Resultantes da miscigenação entre brancos e negros, e brancos e índios.

(   ) A camada inferior, considerada apenas como força de trabalho.

(   ) Filhos dos espanhóis nascidos na América.

(   ) Mascates, servidores domésticos e trabalhadores assalariados.

(   ) Brancos nascidos na Espanha.

Bibliografia:

Texto e atividades: ORDOÑEZ, Marlene. Caderno do Futuro: História. 8ª Série. São Paulo: IBEP, 2007. pp. 49-50

A Colonização da América Espanhola

Ao iniciar a colonização, o governo espanhol montou uma estrutura de governo para administrar suas possessões. Foram criados:
  • a Casa de Contratação, em 1503,  para supervisionar as relações marítimas e comerciais entre a América e a metrópole. Exercia, no setor comercial, a função de Corte de Justiça;
A extensão territorial da colônia espanhola na América levou a uma divisão administrativa. Foram criados quatro vice-reinos e quatro capitanias-gerais.
Os quatro vice-reinos eram: Nova Espanha, Nova Granada, Peru e Prata; as quatro capitanias-gerais eram: Guatemala, Cuba Venezuela e Chile.
Os vice-reinos e as capitanias-gerais eram governados, respectivamente, por vice-reis e capitães-gerais, nomeados pelo Conselho das Índias.

A Igreja Católica teve papel significativo na colonização espanhola da América. Os padres jesuítas eram responsáveis pela conversão dos indígenas ao cristianismo. Exerciam sobre eles uma vigilância muito grande, obrigando-os a viver em aldeias (missões) e forçando-os a trabalhar a terra. A Igreja auxiliava o rei a manter sua autoridade sobre a população espanhola por meio dos Tribunais de Inquisição, instalados no México e no Peru.

 ATIVIDADES

1. Ao iniciar a colonização, o governo espanhol montou uma estrutura de governo para administrar suas possessões. quais foram os órgãos criados e quais as suas funções?
 2. A América Espanhola foi dividida administrativamente em quatro vice-reinos e quatro capitanias-gerais. Os vice-reinos eram: ____, ____, ____ e ____. As capitanias-gerais eram: ____, ____, ___ e _____.
3. Qual foi o papel da Igreja Católica na colonização da América Espanhola?


Bibliografia:

Texto e atividades: ORDOÑEZ, Marlene. Caderno do Futuro: História. 8ª Série. São Paulo: IBEP, 2007. pp. 48-49.

Mapa: APOLINÁRIO, Maria Raquel (org.). Projeto Araribá: História. 7º ano. 2ª edição. São Paulo: Moderna, 2007. p. 165.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Uma Análise da História


História Geral

A historiografia tradicional costuma utilizar cronologia, fatos, nomes de heróis, batalhas e outros eventos como os fundamentos de uma História que é incapaz de penetrar na essência da sociedade humana.
Há uma outra abordagem mais preocupada com as transformações que se operam no processo histórico, em particular nas estruturas da sociedade. Nesse caso, os fatos datados e localizados são a matéria-prima da História, mas não se esgotam em si mesmos. É essa História Nova, com novas abordagens, novos métodos e novos objetos que os examinadores estão utilizando nos vestibulares.

Periodização

A periodização clássica da História considera como marcos cronológicos: 
IDADE ANTIGA – do aparecimento da escrita e das primeiras civilizações por volta de 4000 a.C. até a queda de Roma em 476 d.C.
IDADE MÉDIA – da queda de Roma até a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos em 1453.
IDADE MODERNA – da queda de Constantinopla até a tomada da Bastilha em 1789. 
IDADE CONTEMPORÂNEA – da tomada da Bastilha aos dias atuais.
Uma Análise da História
Caricatura da partilha da China entre as potências imperialistas.

O Processo Histórico

O Sistema Asiático
Uma análise sistêmica das civilizações orientais, destacando o Egito, Mesopotâmia, Índia e China, demonstra que os povos do Oriente Próximo, do Oriente Médio e do Extremo Oriente desconheciam a noção de propriedade privada. Por isso, a terra e os escravos pertenciam ao Estado e aos templos. Assim, a economia era estática, a sociedade de tipo estamental, o poder político despótico-teocrático, a religião politeísta e a cultura pragmática. Nesse sistema, os hebreus e os fenícios são exceções do ponto de vista econômico, político e religioso.


O Sistema Escravista
No escravismo antigo, a noção de propriedade privada já se notabilizava e o escravo era considerado um objeto, um “instrumento falante”. A Grécia Antiga e a Roma Imperial inseriam-se no escravismo. No quadro da crise geral do escravismo romano, podemos localizar o nascimento do sistema feudal.

O Sistema Feudal
Caracterizado pelas relações servis de produção, o feudalismo europeu marcou a História Medieval por mais de mil anos. Nesse sistema, a economia era fechada – auto-suficiente, com produção para o consumo – e a sociedade, estamental, imóvel, polarizada entre senhores e servos. O poder político descentralizado e a cultura religiosa são decorrências da própria estrutura de produção. O imobilismo do feudalismo levou-o à destruição a partir das fugas dos servos e do nascimento de uma estrutura dinâmica, comercial, pré-capitalista.

Do Feudalismo ao Capitalismo
“Por volta do século XII, com a desintegração do feudalismo, começa a surgir um novo sistema econômico, social e político: o capitalismo. A característica essencial do novo sistema é o fato de, nele, o trabalho ser assalariado e não servil, como no feudalismo. Outros elementos típicos do capitalismo: economia de mercado, trocas monetárias, grandes empresas e preocupação com o lucro.
O capitalismo nasce da crise do sistema feudal e cresce com o desenvolvimento comercial, depois das Primeiras Cruzadas. Foi formando-se aos poucos, durante o período final da Idade Média, para finalmente dominar toda a Europa Ocidental a partir do século XVI. Mas foi somente depois da Revolução Industrial, iniciada no século XVIII na Inglaterra, que se estabeleceu o verdadeiro capitalismo.”
ARRUDA, José Jobson. História Moderna e Contemporânea. São Paulo, Ática, 1982, pág. 11.

O Sistema Capitalista
A história do capitalismo começa a partir da crise do feudalismo, no final da Idade Média européia. Ao longo de muitos séculos, as estruturas capitalistas foram se organizando e a sociedade burguesa afirmando-se como tal. No século XVIII, o capital acumulado primitivamente foi investido na produção, consolidando o sistema por intermédio da Revolução Industrial. Nessa ocasião, as antigas colônias libertaram-se do pacto colonial, mas depois um novo colonialismo constituiu-se para atender às necessidades e superar as crises típicas do sistema. As disputas coloniais levaram o mundo capitalista às duas Guerras Mundiais, ao mesmo tempo em que, no interior do capitalismo, multiplicavam-se as células do socialismo.

O Sistema Socialista
Em meio às crises do capitalismo e às críticas dos ideólogos socialistas, particularmente Karl Marx e Friedrich Engels, foram surgindo os elementos que levaram à criação do primeiro Estado socialista da História, por meio da Revolução Bolchevista de outubro de 1917. Na atualidade, com o fim do socialismo soviético e de outros Estados socialistas, as esquerdas estão repensando o socialismo como ideologia. No campo capitalista, a tendência predominante é o neoliberalismo, que reduz a influência do Estado nas relações sociais, bem como seu papel na economia. Todavia, as recentes crises nos mercados capitalistas emergentes, com seus reflexos no Primeiro Mundo, também estão obrigando à revisão do modelo neoliberal.

Bibliografia:
http://www.curso-objetivo.br/vestibular/roteiro_estudos/analise_historia.aspx
Acessado em: 21/10/2011

Efeitos do Imperialismo

O avanço capitalista na África e na Ásia prejudicou a economia dos povos desses continentes. Para os colonizadores, as colônias deveriam suprir a metrópole de matérias-primas necessárias à industrialização. No sudoeste asiático, por exemplo, foram criadas fazendas produtoras de borracha para exportação, em antigas zonas de cultivo de arroz.



A colônia devia absorver grande parte do capital excedente da metrópole. Para que os investimentos se tornassem lucrativos, era preciso criar um infra-estrutura de exportação: estradas de ferro, pontes, portos. Portanto, a economia dos países colonizados devia ser reorientada de acordo com as novas necessidades criadas pelos investimentos nas atividades de exportação.


A corrida colonialista gerou um clima de tensão entre as potências capitalistas. Era um clima carregado de rivalidades, que por qualquer motivo poderiam causar um confronto. No começo do século XX, a guerra entre as potências imperialistas e colonialistas era inevitável e acabou se concretizando com a Primeira Guerra, que se tornou mundial.

ATIVIDADES

1. Qual o resultado do imperialismo para a economia dos povos da Ásia e da África?

2. A que levou a corrida colonialista no século XIX?


Bibliografia:
Texto e atividades: ORDOÑEZ, Marlene. Caderno do Futuro: História. 8ª Série. São Paulo: IBEP, 2007. pp. 107-108.

Imagens:


A Partilha da Ásia e da Oceania

A Ásia também foi afetada pelo novo colonialismo europeu. Nesse continente, a nação que mais se destacou na formação de um império colonial foi a Inglaterra, que dominou a Índia, a Birmânia, o Ceilão, o Tibete, o Paquistão. Na Oceania, foram colonizadas a Austrália e a Nova Zelândia.



A Guerra do Ópio

No começo do século XIX, os ingleses compravam chá chinês e vendiam ópio, cultivado na Índia e na Birmânia. Todavia, o governo chinês, desde 1730, havia proibido a utilização e a venda do ópio e empreendeu intensa repressão ao comércio desse produto, mandando, em 1839, destruir o carregamento inglês de 20 mil caixas ainda no porto de Cantão. Os ingleses reagiram, e foi declarada guerra à China, a Guerra do Ópio (1840-1842), que só terminou quando os chineses viram-se obrigados a assinar o Tratado de Nanquim, em 1842. Por esse tratado, os ingleses conseguiram a abertura de alguns portos chineses aos produtos ingleses, entre eles Xangai e Nanquim. Além disso, a ilha de Hong Kong passou a ser colônia inglesa.

A Guerra dos Boxers

Enquanto os estrangeiros dominavam o país, os nacionalistas chineses começaram a reagir. Em 1900, a sociedade dos boxers, associação secreta nacionalista, começou a provocar atentados contra os estrangeiros. As nações europeias organizaram uma ação conjunta para reprimi-los. Desse confronto, em 1901, originou-se a Guerra dos Boxers, na qual eles foram massacrados e a China teve de reconhecer as concessões já feitas, além de pagar indenizações aos inimigos.

American cartoon (1888) depicting John Bull (England) as the "octopus of imperialism"

ATIVIDADES


1. Quais foram as regiões dominadas pela Inglaterra na Ásia?


2. O que foi a Guerra do Ópio?


3. Como terminou a Guerra do Ópio?


4. O que foi a Guerra dos Boxers?


Bibliografia:
ORDOÑEZ, Marlene. Caderno do Futuro: História. 8ª Série. São Paulo: IBEP, 2007. p106.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A Monarquia Romana

Ao longo de sua história, os romanos conheceram três formas de governo: a monarquia, a república e o império.

A Monarquia (753 a.C. a 509 a.C.)

A monarquia teve início com a fundação de Roma, e Rômulo foi o primeiro rei. Segundo a tradição, Roma teve sete reis. Eles eram escolhidos pela Assembleia Curial e tinham o poder limitado pelo Senado.


  • Assembleia Curial: formada por cidadãos em idade militar que, além de escolherem os reis, faziam e votavam as leis.
  • Senado ou Conselho de Anciãos: órgão consultivo que tinha o direito de aprovar ou não as leis elaboradas pelo rei.


ATIVIDADES

1. Quais foram as formas de governo que os romanos conheceram?

2. Quais eram os órgãos políticos existentes na monarquia romana?



Bibliografia:
ORDOÑEZ, Marlene. Caderno do Futuro: História. 7ª Série. São Paulo: IBEP, 2007. p. 80.


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A Partilha da África

A África era um continente pouco povoado, com riquezas inexploradas. A ocupação iniciou-se pelo litoral e, a partir daí, penetrou para o interior. Ocorreram inúmeras disputas entre os países industrializados. A Inglaterra e a França formaram os principais impérios coloniais da África.


A Guerra dos Bôeres


Os bôeres eram descendentes de holandeses, que dominavam a região aurífera de Transvaal e Orange, na África. A Inglaterra, com a finalidade de explorar o ouro do sul da África, invadiu a região e impôs, após três anos de guerra, a sua dominação sobre os bôeres.

Com a corrida do ouro na África do Sul, grandes companhias mineradoras ali se instalaram. Ocorreram novos conflitos, estimulados pela Inglaterra. A British South Africa Company, fundada por Cecil Rhodes, em 1899, teve papel fundamental nas rebeliões. A guerra começou por volta de 1899 e durou três anos. Em 1902. foi estabelecida a paz e, em 1903, surgiu a República Sul-Africana.

ATIVIDADES


1. Quem eram os bôeres?


2. Qual país africano surgiu no final da Guerra dos Bôeres?


Bibliografia: ORDOÑEZ, Marlene. Caderno do Futuro: História. 8ª Série. São Paulo: IBEP, 2007.p p. 104-105.

A Segunda Guerra Mundial (1939-1945)

Vários fatores levaram o mundo a esse conflito mundial:
A doutrina do espaço vital consistia, de um lado, na integração de populações alemãs que viviam na Áustria, na região dos Sudetos (Tchecoslováquia) e em Dantzig, na Polônia, e, de outro, na conquista de regiões férteis e ricas em recursos minerais, necessárias ao desenvolvimento do país.

Em 1938, com o apoio de grande parte da população austríaca, Hitler incorporou a Áustria à Alemanha. Nesse mesmo ano, anexou a região dos Sudetos. A anexação foi reconhecida pela Inglaterra e pela França na Conferência de Munique*. Em 1939, Hitler tomou toda a Tchecoslováquia. Em seguida, planejou a invasão do Corredor Polonês, faixa de terra que dava acesso ao mar, pelo porto de Dantzig. Essa região já havia pertencido à Alemanha. Em agosto de 1939, assinou com a União Soviética um Pacto de Não-Agressão (20 de agosto de 1939).

Em 1º de setembro de setembro de 1939, Hitler invadiu a Polônia, provocando a reação da Inglaterra e da França, que abandonaram a política de apaziguamento e declararam guerra à Alemanha. Estava deflagrada a Segunda Guerra Mundial.

ATIVIDADES


1. Quais os fatores que levaram à Segunda Guerra Mundial?


2. Explique no que consistia a doutrina do espaço vital.


3. Numere os fatos de acordo com a ordem cronológica:


(   ) Hitler incorporou a Áustria à Alemanha.
(   ) A Alemanha assinou com a União Soviética um Pacto de Não-Agressão.
(   ) Inglaterra e França reconhecem a anexação da Áustria e dos Sudetos, na Conferência de Munique.
(   ) Inglaterra e França declararam guerra à Alemanha.
(   ) Hitler tomou toda a Tchecoslováquia.
(   ) Hitler invadiu a Polônia.
(   ) Hitler anexou a região dos Sudetos.


Bibliografia: ORDOÑEZ, Marlene. Caderno do Futuro: História. 8ª Série. São Paulo: IBEP, 2007.p p. 133-134.


* CONFERÊNCIA DE MUNIQUE: Setembro de 1838. Estiveram presentes Chamberlain pela Inglaterra, Deladier pela França, Mussolini pela Itália e Hitler pela Alemanha. Depois da anexação da Áustria e de outras violações ao Tratado de Versalhes e para evitar a guerra a todo o custo, a Inglaterra e a França aceitam que o país dos sudetas passe a pertencer à Alemanha em troca da promessa de Hitler que não irá invadir mais nenhum território. Em Março de 1939 Hitler invade o resto da Checoslováquia e a 1 de Setembro de 1939 irá invadir a Polónia e iniciar a 2ª Guerra Mundial. (Pequeno Glossário)



domingo, 16 de outubro de 2011

O Novo Colonialismo

No século XIX, ocorreu significativa expansão dos Estados capitalistas europeus, particularmente a Inglaterra e a França. Os governos, aliados às grandes empresas desses países, partiram para a conquista de colônias, disputando território e poder. Os alvos principais foram a África e a Ásia.
ORDOÑEZ, Marlene. Caderno do Futuro: História. 8ª Série. São Paulo: IBEP, 2007. p. 105.


 Em primeiro lugar, essas nações europeias queriam novos mercados consumidores para os seus produtos industrializados e áreas para investimentos. Também precisavam de matéria-prima  industrial (ferro, carvão, manganês etc.) e mão-de-obra suficiente e barata. Ambas poderiam ser encontradas nas colônias. Além disso, o aumento populacional levou os governos a incentivar a emigração.
As nações imperialistas do século XIX procuraram justificar o novo colonialismo desenvolvendo teorias religiosas e técnico-científicas, mas de fundo racista. O imperialismo disseminou a ideologia da superioridade racial do branco, do europeu, em relação ao africano.
A Igreja Católica colaborou bastante para a dominação europeia na África e na Ásia, afirmando que as conquistas tinham missão de salvar as almas dos infiéis para o cristianismo.

ATIVIDADES

1. No Século _____, ocorreu significativa expansão dos Estados capitalistas europeus, particularmente da _______________ e da ______________. Os governos aliados às grandes empresas desses países, partiram para a conquista de _________________, disputando território e poder.

2. Que regiões foram objeto do colonialismo do século XIX?

3. Que fatores levaram as nações europeias a conquistar colônias?

4. Como as nações europeias justificaram o colonialismo no século XIX?

5. Como a Igreja Católica atuou no colonialismo do século XIX?


Bibliografia: ORDOÑEZ, Marlene. Caderno do Futuro: História. 8ª Série. São Paulo: IBEP, 2007. pp. 103-104.



sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Antiguidade Ocidental ou Clássica: Roma

Roma começou como uma pequena aldeia na região do Lácio, próximo à desembocadura do rio Tibre, na Península Itálica, e transformou-se na mais importante cidade do mundo antigo. Ao longo de 500 anos, conquistou muitos territórios e diferentes povos, convertendo-se na cabeça de um grande império.



Antes da fundação de Roma, a Península Itálica era habitada por vários povos, entre eles os italiotas, na região central, compreendendo várias tribos, como a dos latinos e a dos sabinos. Os gauleses localizavam-se ao norte, os etruscos ao meio-norte e os gregos, ao sul.



ATIVIDADES

1. Onde se localizava Roma?

2. Quais os povos que habitavam a Península Itálica antes da fundação de Roma?


Bibliografia:

ORDOÑEZ, Marlene. Caderno do Futuro: História. 7ª Série. São Paulo: IBEP, 2007. p. 78.