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terça-feira, 5 de abril de 2016

Normas da ABNT

Achei este site com as informações simples e diretas sobre as normas da ABNT:

Normas da ABNT
Citações e Referências Bibliográficas



REFERÊNCIA:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e documentação: apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro, 2002.

domingo, 18 de março de 2012

Atividades NEA 2012.1


O NEA/UERJ vêm através deste informar as  nossas atividades para o primeiro semestre de 2012.  


 


- Curso de Extensão:
Teatro Grego
Professora Maria Regina Candido (31/03 a 19/05 de 2012)


- Congresso:
II Congresso Internacional de Religião Mito e Magia na Antiguidade (16 a 20/04/2012)


- Minicursos:

Escrita e Poder na Antiguidade (17 e 18/04/2012)
Palestrante: Prof. Mestrando Tiago França (LEAM/UEM) Site:http://www.nea.uerj.br/congresso2/minicurso1.html
                     
Deusas,Feiticeiras e Profetisas  (20/04/2012)
Palestrantes: Prof. Dr. Johnni Langer (UFMA) & Prof.ª Ms.ª Luciana Campos (UFMA)




 

Curso de Extensão - Teatro Grego



Núcleo de Estudos da Antiguidade

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Novo Currículo 2012

Para os professores da rede estadual do Rio de Janeiro, em 2012, as escolas seguirão novo currículo, com o aumento dos tempos de algumas disciplinas como História e Geografia.









Clique no link abaixo para baixar o D.O. em pdf:

Arquivo em PDF

Clique no link para acessar o D.O. de 1 de dezembro de 2012, página 17:

D.O. - 01 /12 /2012



domingo, 20 de novembro de 2011

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Comissão aprova regulamentação da profissão de historiador


16/11/2011 16:09

Comissão aprova regulamentação da profissão de historiador

Arquivo/ Leonardo Prado
Alice Portugal
Alice Portugal retirou a exigência de inscrição em conselho de fiscalização do exercício profissional.
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou proposta que regulamenta o exercício da profissão de historiador. De acordo com a proposta, historiador é o profissional responsável pela realização de análises, de pesquisas e de estudos relacionados à compreensão do processo histórico e pelo ensino da História nos diversos níveis da educação.
O texto aprovado é o Projeto de Lei 7321/06, do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que tramita apensado ao PL 3759/04, do ex-deputado Wilson Santos. A relatora, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), recomendou a aprovação do projeto apensado, com emenda, e a rejeição do projeto principal. Segundo ela, os projetos regulam a matéria em termos análogos, mas o PL 7321/06 não obriga o Poder Executivo a criar conselho de fiscalização do exercício profissional, como faz o PL 3579/04 – o que é inconstitucional. “Tais conselhos são considerados autarquias especiais e só podem ser criados por meio de lei de iniciativa do Presidente da República”, explica.
O PL 7321/06 prevê, porém, a inscrição do historiador em conselho de fiscalização do exercício profissional. A emenda da relatora retira essa previsão.
Profissionais habilitados
Segundo o projeto, poderão exercer a profissão de historiador no País:
- quem tiver diploma de nível superior em História, expedido no Brasil, por instituições de educação oficiais ou reconhecidas pelo governo federal;
- os portadores de diplomas de nível superior em História, expedidos por escolas estrangeiras, reconhecidas pelas leis de seu país e que revalidarem seus diplomas de acordo com a legislação em vigor;
- os diplomados em cursos de mestrado ou de doutorado em História, devidamente reconhecidos;
- os que, na data da entrada em vigor desta lei, tenham exercido, comprovadamente, durante o período mínimo de cinco anos, a função de historiador.
Para exercerem as funções relativas ao magistério em História, os profissionais deverão comprovar formação pedagógica exigida em lei.
Atividades
A proposta também define as atividades e funções dos historiadores, entre elas:
- planejar, organizar, implantar e dirigir serviços de pesquisa histórica, de documentação e informação histórica;
- planejar o exercício da atividade do magistério, na educação básica e superior, em suas dimensões de ensino e pesquisa;
- elaborar critérios de avaliação e seleção de documentos para fins de preservação;
- elaborar pareceres, relatórios, planos, projetos, laudos e trabalhos sobre assuntos históricos;
- assessorar instituições responsáveis pela preservação do patrimônio histórico, artístico e cultural (museus, arquivos, bibliotecas).
Tramitação
A matéria segue para a análise, em caráter conclusivo, da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Lara Haje
Edição – Regina Céli Assumpção

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'

sábado, 29 de outubro de 2011

Atividades de Produção de Texto

Estratégia de construção de texto retirada do Almanaque da Rede 2010, excelente ferramenta para redação com temáticas de História.

Irei aplicar os dois exemplos abaixo como teste individual do 4º Bimestre, para as turmas do 6º, 7º, 8º e 9º Ano neste ano (2011).

6º Ano - Descrição do Surgimento de Roma, ou de uma das formas de governo de Roma que estudamos: Monarquia ou República
7º Ano - Descrição da Conquista Espanhola na América
8º Ano - Dissertação sobre a Expansão Imperialista Européia no século XIX - Novo Colonialismo
9º Ano - Dissertação sobre a Segunda Guerra Mundial - Nazismo, Holocausto e Bombas Atômicas

Exemplo da Descrição (6º e 7º Anos):

























Exemplo da Dissertação (8º e 9º Anos):





sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Pré-história e Origem dos Povos


Fonte:
 http://www.educandus.com.br/abreAula.php?arqXML=aulas/pre-historiaeorigemdospovos/principal.xml

Acessado em 21/10/2011.

Estude história com o Jogo do Arqueólogo

Quanto mais antigo, mais fundo está o artefato. Ajude o arqueólogo a encontrar essas peças perdidas no tempo!





Uma Análise da História


História Geral

A historiografia tradicional costuma utilizar cronologia, fatos, nomes de heróis, batalhas e outros eventos como os fundamentos de uma História que é incapaz de penetrar na essência da sociedade humana.
Há uma outra abordagem mais preocupada com as transformações que se operam no processo histórico, em particular nas estruturas da sociedade. Nesse caso, os fatos datados e localizados são a matéria-prima da História, mas não se esgotam em si mesmos. É essa História Nova, com novas abordagens, novos métodos e novos objetos que os examinadores estão utilizando nos vestibulares.

Periodização

A periodização clássica da História considera como marcos cronológicos: 
IDADE ANTIGA – do aparecimento da escrita e das primeiras civilizações por volta de 4000 a.C. até a queda de Roma em 476 d.C.
IDADE MÉDIA – da queda de Roma até a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos em 1453.
IDADE MODERNA – da queda de Constantinopla até a tomada da Bastilha em 1789. 
IDADE CONTEMPORÂNEA – da tomada da Bastilha aos dias atuais.
Uma Análise da História
Caricatura da partilha da China entre as potências imperialistas.

O Processo Histórico

O Sistema Asiático
Uma análise sistêmica das civilizações orientais, destacando o Egito, Mesopotâmia, Índia e China, demonstra que os povos do Oriente Próximo, do Oriente Médio e do Extremo Oriente desconheciam a noção de propriedade privada. Por isso, a terra e os escravos pertenciam ao Estado e aos templos. Assim, a economia era estática, a sociedade de tipo estamental, o poder político despótico-teocrático, a religião politeísta e a cultura pragmática. Nesse sistema, os hebreus e os fenícios são exceções do ponto de vista econômico, político e religioso.


O Sistema Escravista
No escravismo antigo, a noção de propriedade privada já se notabilizava e o escravo era considerado um objeto, um “instrumento falante”. A Grécia Antiga e a Roma Imperial inseriam-se no escravismo. No quadro da crise geral do escravismo romano, podemos localizar o nascimento do sistema feudal.

O Sistema Feudal
Caracterizado pelas relações servis de produção, o feudalismo europeu marcou a História Medieval por mais de mil anos. Nesse sistema, a economia era fechada – auto-suficiente, com produção para o consumo – e a sociedade, estamental, imóvel, polarizada entre senhores e servos. O poder político descentralizado e a cultura religiosa são decorrências da própria estrutura de produção. O imobilismo do feudalismo levou-o à destruição a partir das fugas dos servos e do nascimento de uma estrutura dinâmica, comercial, pré-capitalista.

Do Feudalismo ao Capitalismo
“Por volta do século XII, com a desintegração do feudalismo, começa a surgir um novo sistema econômico, social e político: o capitalismo. A característica essencial do novo sistema é o fato de, nele, o trabalho ser assalariado e não servil, como no feudalismo. Outros elementos típicos do capitalismo: economia de mercado, trocas monetárias, grandes empresas e preocupação com o lucro.
O capitalismo nasce da crise do sistema feudal e cresce com o desenvolvimento comercial, depois das Primeiras Cruzadas. Foi formando-se aos poucos, durante o período final da Idade Média, para finalmente dominar toda a Europa Ocidental a partir do século XVI. Mas foi somente depois da Revolução Industrial, iniciada no século XVIII na Inglaterra, que se estabeleceu o verdadeiro capitalismo.”
ARRUDA, José Jobson. História Moderna e Contemporânea. São Paulo, Ática, 1982, pág. 11.

O Sistema Capitalista
A história do capitalismo começa a partir da crise do feudalismo, no final da Idade Média européia. Ao longo de muitos séculos, as estruturas capitalistas foram se organizando e a sociedade burguesa afirmando-se como tal. No século XVIII, o capital acumulado primitivamente foi investido na produção, consolidando o sistema por intermédio da Revolução Industrial. Nessa ocasião, as antigas colônias libertaram-se do pacto colonial, mas depois um novo colonialismo constituiu-se para atender às necessidades e superar as crises típicas do sistema. As disputas coloniais levaram o mundo capitalista às duas Guerras Mundiais, ao mesmo tempo em que, no interior do capitalismo, multiplicavam-se as células do socialismo.

O Sistema Socialista
Em meio às crises do capitalismo e às críticas dos ideólogos socialistas, particularmente Karl Marx e Friedrich Engels, foram surgindo os elementos que levaram à criação do primeiro Estado socialista da História, por meio da Revolução Bolchevista de outubro de 1917. Na atualidade, com o fim do socialismo soviético e de outros Estados socialistas, as esquerdas estão repensando o socialismo como ideologia. No campo capitalista, a tendência predominante é o neoliberalismo, que reduz a influência do Estado nas relações sociais, bem como seu papel na economia. Todavia, as recentes crises nos mercados capitalistas emergentes, com seus reflexos no Primeiro Mundo, também estão obrigando à revisão do modelo neoliberal.

Bibliografia:
http://www.curso-objetivo.br/vestibular/roteiro_estudos/analise_historia.aspx
Acessado em: 21/10/2011

Governo desiste de ampliar número de dias do ano letivo, diz secretária de Educação Básica


Segundo Maria do Pilar Lacerda, o consenso é que os atuais 200 dias letivos sejam mantidos; MEC não confirma decisão

20 de outubro de 2011 | 18h 33
Agência Brasil
BRASÍLIA - A secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Maria do Pilar Lacerda, disse nesta quinta, nas páginas pessoais dela no Twitter e no Facebook, que o governo desistiu da ideia de ampliar os dias do ano letivo nas escolas de educação básica. A proposta havia sido anunciada pelo ministro Fernando Haddad em setembro, como forma de ampliar o tempo de permanência dos alunos na escola.
O MEC não confirma oficialmente a decisão, mas, segundo Pilar, o ministro reuniu-se com entidades que representam professores, estudantes, gestores e universidades e o consenso é que os atuais 200 dias letivos sejam mantidos. A ampliação deverá se dar pela ampliação da jornada diária. “O Legislativo receberá a proposta consensuada nessa reunião e assumida pelo MEC”, disse Pilar, sem definir qual seria o mínimo de horas-aula.
Atualmente, o ano letivo tem 200 dias, com carga horária de 800 horas. O aumento de quatro para cinco horas diárias, por exemplo, ampliaria a carga horária para mil horas. Em alguns países da Europa, Ásia e até mesmo da América Latina, a jornada chega a 1,2 mil horas anuais, como no México, ou 1,1 mil horas, como na Argentina.

Fonte:


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Coleção História Geral da África em português (Somente em PDF)



Publicada em oito volumes, a coleção História Geral da África está agora também disponível em português. A edição completa da coleção já foi publicada em árabe, inglês e francês; e sua versão condensada está editada em inglês, francês e em várias outras línguas, incluindo hausa, peul e swahili. Um dos projetos editoriais mais importantes da UNESCO nos últimos trinta anos, a coleção História Geral da África é um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois ela permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos.

Brasília: UNESCO, Secad/MEC, UFSCar, 2010.
Download gratuito (somente na versão em português):
Informações Adicionais:
08.12.2010
Source : UNESCO Office in Brasilia



sábado, 15 de outubro de 2011

Robson Caetano em visita ao Hans Christian

O atleta Robson Caetano em visita ao CIEP B. 387 Hans Christian Andersen


Do R7
Crianças do Rio se espelham na história de Robson Caetano. Para o medalhista olímpico, vindo de uma comunidade carente, não foi fácil. Mas, ele conseguiu vencer. Sua história ajuda a incentivar crianças carentes a seguir com o esporte.

FONTE: 
http://entretenimento.r7.com/hoje-em-dia/noticias/criancas-do-rio-se-espelham-na-historia-de-robson-caetano-20110908.html#link_topo

Boletim OnLine - SEEDUC/RJ


O Boletim OnLine está à disposição dos alunos, pais e responsáveis. Para facilitar a interpretação dos dados, é possível conferir a média da turma em cada disciplina, ao lado das notas.

Para acessar um boletim, basta colocar o número de matrícula e a data de nascimento do aluno.



Clique na figura abaixo para fazer a sua pesquisa! (Site da SEEDUC/RJ)









sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Planejamentos História 2011

Plano de Curso baseado no Currículo Mínimo do Estado do Rio de Janeiro.

6º ANO - (Scribd)

7º ANO - (Scribd)

8º ANO - (Scribd)

9º ANO - (Scribd)

Lato Sensu em História Antiga e Medieval 2012


Apresentação
O curso de pós-graduação Lato Sensu de História Antiga e Medieval atua no processo educativo, cultural e científico que articula o ensino, extensão e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre a universidade e a sociedade.
No mundo globalizado, propostas educacionais que articulam a educação e a diversidade cultural promovem a pluralidade de experiências culturais que moldam a sociedade contemporânea e incentivam a reflexão. Os módulos que integram o curso tem por inovação a presença da abordagem teórico-metodológica e pedagógica que interagem com o participante no início e no final de cada módulo, adequando as temáticas de história antiga e medieval à legislação educacional brasileira.




Calendário
I - Inscrições:
Data: 09 de agosto a 31 de outubro de 2011
Horário: 10:00 às 18:00 (segundas, terças e quintas)
Local: Núcleo de Estudos da Antiguidade (Departamento de História - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - Campus Maracanã - Bloco A - Sala 9030 – Rio de Janeiro)

II - Resultado da Inscrição:
Data:03/11/2011
Horário: 10:00
Local: Mural do CEHAM, junto à sala 9030-A, UERJ Campus Maracanã, e no site www.nea.uerj.br/latosensu;

III - Divulgação dos resultados da análise do Curriculum Vitae e da listagem dos candidatos que farão a prova oral.
Data: 10/11/2011
Horário: 10:00
Local: Mural do CEHAM, junto à sala 9030-A, UERJ Campus Maracanã, e no site www.nea.uerj.br/latosensu;

IV - Da entrevista:
Data: 16, 17 e 18 de novembro de 2011
Horário: A partir das 10:00, segundo a ordem alfabética da lista dos aprovados.
Local: Núcleo de Estudos da Antiguidade (Departamento de História - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - Campus Maracanã - Bloco A - Sala 9030 – Rio de Janeiro);

V - Divulgação do resultado dos aprovados na entrevista 
Data:  22/11/2011, em ordem alfabética. Horário: 18:00
Local: Mural do CEHAM, junto à sala 9030-A, UERJ Campus Maracanã, e no site www.nea.uerj.br/latosensu;

VI - Divulgação do Resultado Final:
Data:  01 de dezembro de 2011
Horário: A partir das 10:00
Local: Mural do CEHAM, junto à sala 9030-A, UERJ Campus Maracanã, e no site www.nea.uerj.br/latosensu;

VII - Matrícula:
Data: 01 a 20 de dezembro de 2011
Horário: 10:00 às 18:00
Local: Núcleo de Estudos da Antiguidade (Departamento de História - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - Campus Maracanã - Bloco A - Sala 9030 – Rio de Janeiro);
VIII - Período de realização do Curso:
Data:  10 de março de 2012 a 09 de março de 2013, prorrogável por mais um mês para entrega  de monografias.
Horário: Sábado das 8:00 às 18:00 horas.
As demais informações se encontram no Edital de Seleção 2012.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Acordo Ortográfico - Guia Rápido

Trema – desaparece em todas as palavras

Antes

Depois

Freqüente, lingüiça, agüentar

Frequente, linguiça, aguentar

* Fica o acento em nomes como Müller

Acentuação 1 – some o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (as que têm a penúltima sílaba mais forte)

Antes

Depois

Européia, idéia, heróico, apóio, bóia, asteróide, Coréia, estréia, jóia, platéia, paranóia, jibóia, assembléia

Europeia, ideia, heroico, apoio, boia, asteroide, Coreia, estreia, joia, plateia, paranoia, jiboia, assembleia

* Herói, papéis, troféu mantêm o acento (porque têm a última sílaba mais forte)

Acentuação 2 – some o acento no i e no u fortes depois de ditongos (junção de duas vogais), em palavras paroxítonas

Antes

Depois

Baiúca, bocaiúva, feiúra

Baiuca, bocaiuva, feiura

* Se o i e o u estiverem na última sílaba, o acento continua como em: tuiuiú ou Piauí

Acentuação 3 – some o acento circunflexo das palavras terminadas em êem e ôo (ou ôos)

Antes

Depois

Crêem, dêem, lêem, vêem, prevêem, vôo, enjôos

Creem, deem, leem, veem, preveem, voo, enjoos

Acentuação 4 – some o acento diferencial

Antes

Depois

Pára, péla, pêlo, pólo, pêra, côa

Para, pela, pelo, polo, pera, coa

* Não some o acento diferencial em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma, para diferenciar de forma, pode receber acento circunflexo

Acentuação 5 – some o acento agudo no u forte nos grupos gue, gui, que, qui, de verbos como averiguar, apaziguar, arguir, redarguir, enxaguar

Antes

Depois

Averigúe, apazigúe, ele argúi, enxagúe você

Averigue, apazigue, ele argui, enxague você

Observação: as demais regras de acentuação permanecem as mesmas

Hífen – veja como ficam as principais regras do hífen com prefixos:

Prefixos

Usa hífen

Não usa hífen

Agro, ante, anti, arqui, auto, contra, extra, infra, intra, macro, mega, micro, maxi, mini, semi, sobre, supra, tele, ultra...

Quando a palavra seguinte começa com h ou com vogal igual à última do prefixo: auto-hipnose, auto-observação, anti-herói, anti-imperalista, micro-ondas, mini-hotel

Em todos os demais casos: autorretrato, autossustentável, autoanálise, autocontrole, antirracista, antissocial, antivírus, minidicionário, minissaia, minirreforma, ultrassom

Hiper, inter, super

Quando a palavra seguinte começa com h ou com r: super-homem, inter-regional

Em todos os demais casos: hiperinflação, supersônico

Sub

Quando a palavra seguinte começa com b, h ou r: sub-base, sub-reino, sub-humano

Em todos os demais casos: subsecretário, subeditor

Vice

Sempre:

vice-rei, vice-presidente


Pan, circum

Quando a palavra seguinte começa com h, m, n ou vogais: pan-americano, circum-hospitalar

Em todos os demais casos: pansexual, circuncisão

Fonte: professor Sérgio Nogueira


As novas regras ortográficas estão valendo desde o dia 1º de janeiro de 2009. De acordo com o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, até 2012 valem as duas formas de escrever: a antiga e a nova. No Ano Novo começa o chamado “período de transição”. Portugal, que também aprovou o acordo ortográfico, adotará as novas regras até 2014.

O guia acima traz as mudanças que já estão definidas. Ainda há exceções - por exemplo, no uso do hífen - que deverão ser discutidas entre as Academias de Letras dos países que falam a língua portuguesa. Espera-se que a Academia Brasileira de Letras organize um vocabulário até fevereiro de 2009.


Vale lembrar que o que muda é a grafia. Ou seja, nada de pronunciar “lin-gui-ça”. A fala continua a mesma, mesmo sem os dois pontinhos em cima do “u”.



Fonte: G1