Tricia Magalhães Carnevale - Professora de História da Rede Pública. Blog pessoal, desde 2009.
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terça-feira, 5 de abril de 2016
Normas da ABNT
domingo, 18 de março de 2012
Atividades NEA 2012.1
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Novo Currículo 2012
Para os professores da rede estadual do Rio de Janeiro, em 2012, as escolas seguirão novo currículo, com o aumento dos tempos de algumas disciplinas como História e Geografia.Clique no link abaixo para baixar o D.O. em pdf:
Arquivo em PDF
Clique no link para acessar o D.O. de 1 de dezembro de 2012, página 17:
D.O. - 01 /12 /2012
domingo, 20 de novembro de 2011
Museu On Line também é divertido!!!
Cheio de atividades bem legais e você ainda pode testar seu inglês!!!
Clique no endereço para acessar e escolha sua atividade: http://www.schoolsliaison.org.uk/kids/preload.htm
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Comissão aprova regulamentação da profissão de historiador
Comissão aprova regulamentação da profissão de historiador
Segundo o projeto, poderão exercer a profissão de historiador no País:
- quem tiver diploma de nível superior em História, expedido no Brasil, por instituições de educação oficiais ou reconhecidas pelo governo federal;
- os portadores de diplomas de nível superior em História, expedidos por escolas estrangeiras, reconhecidas pelas leis de seu país e que revalidarem seus diplomas de acordo com a legislação em vigor;
- os diplomados em cursos de mestrado ou de doutorado em História, devidamente reconhecidos;
- os que, na data da entrada em vigor desta lei, tenham exercido, comprovadamente, durante o período mínimo de cinco anos, a função de historiador.
A proposta também define as atividades e funções dos historiadores, entre elas:
- planejar, organizar, implantar e dirigir serviços de pesquisa histórica, de documentação e informação histórica;
- planejar o exercício da atividade do magistério, na educação básica e superior, em suas dimensões de ensino e pesquisa;
- elaborar critérios de avaliação e seleção de documentos para fins de preservação;
- elaborar pareceres, relatórios, planos, projetos, laudos e trabalhos sobre assuntos históricos;
- assessorar instituições responsáveis pela preservação do patrimônio histórico, artístico e cultural (museus, arquivos, bibliotecas).
A matéria segue para a análise, em caráter conclusivo, da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
Edição – Regina Céli Assumpção
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
Atividades de Produção de Texto

Exemplo da Dissertação (8º e 9º Anos):
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Pré-história e Origem dos Povos
Fonte:
http://www.educandus.com.br/abreAula.php?arqXML=aulas/pre-historiaeorigemdospovos/principal.xml
Acessado em 21/10/2011.
Estude história com o Jogo do Arqueólogo
Quanto mais antigo, mais fundo está o artefato. Ajude o arqueólogo a encontrar essas peças perdidas no tempo!
Uma Análise da História
História Geral
A historiografia tradicional costuma utilizar cronologia, fatos, nomes de heróis, batalhas e outros eventos como os fundamentos de uma História que é incapaz de penetrar na essência da sociedade humana.
Há uma outra abordagem mais preocupada com as transformações que se operam no processo histórico, em particular nas estruturas da sociedade. Nesse caso, os fatos datados e localizados são a matéria-prima da História, mas não se esgotam em si mesmos. É essa História Nova, com novas abordagens, novos métodos e novos objetos que os examinadores estão utilizando nos vestibulares.
Periodização
A periodização clássica da História considera como marcos cronológicos:
IDADE ANTIGA – do aparecimento da escrita e das primeiras civilizações por volta de 4000 a.C. até a queda de Roma em 476 d.C.
IDADE MÉDIA – da queda de Roma até a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos em 1453.
IDADE MODERNA – da queda de Constantinopla até a tomada da Bastilha em 1789.
IDADE CONTEMPORÂNEA – da tomada da Bastilha aos dias atuais.
O Processo Histórico
Uma análise sistêmica das civilizações orientais, destacando o Egito, Mesopotâmia, Índia e China, demonstra que os povos do Oriente Próximo, do Oriente Médio e do Extremo Oriente desconheciam a noção de propriedade privada. Por isso, a terra e os escravos pertenciam ao Estado e aos templos. Assim, a economia era estática, a sociedade de tipo estamental, o poder político despótico-teocrático, a religião politeísta e a cultura pragmática. Nesse sistema, os hebreus e os fenícios são exceções do ponto de vista econômico, político e religioso.
No escravismo antigo, a noção de propriedade privada já se notabilizava e o escravo era considerado um objeto, um “instrumento falante”. A Grécia Antiga e a Roma Imperial inseriam-se no escravismo. No quadro da crise geral do escravismo romano, podemos localizar o nascimento do sistema feudal.
Caracterizado pelas relações servis de produção, o feudalismo europeu marcou a História Medieval por mais de mil anos. Nesse sistema, a economia era fechada – auto-suficiente, com produção para o consumo – e a sociedade, estamental, imóvel, polarizada entre senhores e servos. O poder político descentralizado e a cultura religiosa são decorrências da própria estrutura de produção. O imobilismo do feudalismo levou-o à destruição a partir das fugas dos servos e do nascimento de uma estrutura dinâmica, comercial, pré-capitalista.
“Por volta do século XII, com a desintegração do feudalismo, começa a surgir um novo sistema econômico, social e político: o capitalismo. A característica essencial do novo sistema é o fato de, nele, o trabalho ser assalariado e não servil, como no feudalismo. Outros elementos típicos do capitalismo: economia de mercado, trocas monetárias, grandes empresas e preocupação com o lucro.
O capitalismo nasce da crise do sistema feudal e cresce com o desenvolvimento comercial, depois das Primeiras Cruzadas. Foi formando-se aos poucos, durante o período final da Idade Média, para finalmente dominar toda a Europa Ocidental a partir do século XVI. Mas foi somente depois da Revolução Industrial, iniciada no século XVIII na Inglaterra, que se estabeleceu o verdadeiro capitalismo.”
A história do capitalismo começa a partir da crise do feudalismo, no final da Idade Média européia. Ao longo de muitos séculos, as estruturas capitalistas foram se organizando e a sociedade burguesa afirmando-se como tal. No século XVIII, o capital acumulado primitivamente foi investido na produção, consolidando o sistema por intermédio da Revolução Industrial. Nessa ocasião, as antigas colônias libertaram-se do pacto colonial, mas depois um novo colonialismo constituiu-se para atender às necessidades e superar as crises típicas do sistema. As disputas coloniais levaram o mundo capitalista às duas Guerras Mundiais, ao mesmo tempo em que, no interior do capitalismo, multiplicavam-se as células do socialismo.
Em meio às crises do capitalismo e às críticas dos ideólogos socialistas, particularmente Karl Marx e Friedrich Engels, foram surgindo os elementos que levaram à criação do primeiro Estado socialista da História, por meio da Revolução Bolchevista de outubro de 1917. Na atualidade, com o fim do socialismo soviético e de outros Estados socialistas, as esquerdas estão repensando o socialismo como ideologia. No campo capitalista, a tendência predominante é o neoliberalismo, que reduz a influência do Estado nas relações sociais, bem como seu papel na economia. Todavia, as recentes crises nos mercados capitalistas emergentes, com seus reflexos no Primeiro Mundo, também estão obrigando à revisão do modelo neoliberal.
Bibliografia:
http://www.curso-objetivo.br/vestibular/roteiro_estudos/analise_historia.aspx
Acessado em: 21/10/2011
Governo desiste de ampliar número de dias do ano letivo, diz secretária de Educação Básica
Segundo Maria do Pilar Lacerda, o consenso é que os atuais 200 dias letivos sejam mantidos; MEC não confirma decisão
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Coleção História Geral da África em português (Somente em PDF)
Publicada em oito volumes, a coleção História Geral da África está agora também disponível em português. A edição completa da coleção já foi publicada em árabe, inglês e francês; e sua versão condensada está editada em inglês, francês e em várias outras línguas, incluindo hausa, peul e swahili. Um dos projetos editoriais mais importantes da UNESCO nos últimos trinta anos, a coleção História Geral da África é um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois ela permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos.
- Volume I: Metodologia e Pré-História da África (PDF, 8.8 Mb)
- ISBN: 978-85-7652-123-5
- Volume II: África Antiga (PDF, 11.5 Mb)
- ISBN: 978-85-7652-124-2
- Volume III: África do século VII ao XI (PDF, 9.6 Mb)
- ISBN: 978-85-7652-125-9
- Volume IV: África do século XII ao XVI (PDF, 9.3 Mb)
- ISBN: 978-85-7652-126-6
- Volume V: África do século XVI ao XVIII (PDF, 18.2 Mb)
- ISBN: 978-85-7652-127-3
- Volume VI: África do século XIX à década de 1880 (PDF, 10.3 Mb)
- ISBN: 978-85-7652-128-0
- Volume VII: África sob dominação colonial, 1880-1935 (9.6 Mb)
- ISBN: 978-85-7652-129-7
- Volume VIII: África desde 1935 (9.9 Mb)
- ISBN: 978-85-7652-130-3
Source : UNESCO Office in Brasilia
sábado, 15 de outubro de 2011
Robson Caetano em visita ao Hans Christian
Do R7
Crianças do Rio se espelham na história de Robson Caetano. Para o medalhista olímpico, vindo de uma comunidade carente, não foi fácil. Mas, ele conseguiu vencer. Sua história ajuda a incentivar crianças carentes a seguir com o esporte.
FONTE: http://entretenimento.r7.com/hoje-em-dia/noticias/criancas-do-rio-se-espelham-na-historia-de-robson-caetano-20110908.html#link_topo
Boletim OnLine - SEEDUC/RJ
O Boletim OnLine está à disposição dos alunos, pais e responsáveis. Para facilitar a interpretação dos dados, é possível conferir a média da turma em cada disciplina, ao lado das notas.
Para acessar um boletim, basta colocar o número de matrícula e a data de nascimento do aluno.
Clique na figura abaixo para fazer a sua pesquisa! (Site da SEEDUC/RJ)
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Planejamentos História 2011
Lato Sensu em História Antiga e Medieval 2012
Data: 09 de agosto a 31 de outubro de 2011
Horário: 10:00 às 18:00 (segundas, terças e quintas)
Local: Núcleo de Estudos da Antiguidade (Departamento de História - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - Campus Maracanã - Bloco A - Sala 9030 – Rio de Janeiro)
II - Resultado da Inscrição:
Data:03/11/2011
Horário: 10:00
Local: Mural do CEHAM, junto à sala 9030-A, UERJ Campus Maracanã, e no site www.nea.uerj.br/latosensu;
III - Divulgação dos resultados da análise do Curriculum Vitae e da listagem dos candidatos que farão a prova oral.
Data: 10/11/2011
Horário: 10:00
Local: Mural do CEHAM, junto à sala 9030-A, UERJ Campus Maracanã, e no site www.nea.uerj.br/latosensu;
IV - Da entrevista:
Data: 16, 17 e 18 de novembro de 2011
Horário: A partir das 10:00, segundo a ordem alfabética da lista dos aprovados.
Local: Núcleo de Estudos da Antiguidade (Departamento de História - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - Campus Maracanã - Bloco A - Sala 9030 – Rio de Janeiro);
V - Divulgação do resultado dos aprovados na entrevista
Data: 22/11/2011, em ordem alfabética. Horário: 18:00
Local: Mural do CEHAM, junto à sala 9030-A, UERJ Campus Maracanã, e no site www.nea.uerj.br/latosensu;
VI - Divulgação do Resultado Final:
Data: 01 de dezembro de 2011
Horário: A partir das 10:00
Local: Mural do CEHAM, junto à sala 9030-A, UERJ Campus Maracanã, e no site www.nea.uerj.br/latosensu;
VII - Matrícula:
Data: 01 a 20 de dezembro de 2011
Horário: 10:00 às 18:00
Local: Núcleo de Estudos da Antiguidade (Departamento de História - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - Campus Maracanã - Bloco A - Sala 9030 – Rio de Janeiro);
Data: 10 de março de 2012 a 09 de março de 2013, prorrogável por mais um mês para entrega de monografias.
Horário: Sábado das 8:00 às 18:00 horas.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Acordo Ortográfico - Guia Rápido
| Trema – desaparece em todas as palavras | |
| Antes | Depois |
| Freqüente, lingüiça, agüentar | Frequente, linguiça, aguentar |
| * Fica o acento em nomes como Müller | |
| Acentuação 1 – some o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (as que têm a penúltima sílaba mais forte) | |
| Antes | Depois |
| Européia, idéia, heróico, apóio, bóia, asteróide, Coréia, estréia, jóia, platéia, paranóia, jibóia, assembléia | Europeia, ideia, heroico, apoio, boia, asteroide, Coreia, estreia, joia, plateia, paranoia, jiboia, assembleia |
| * Herói, papéis, troféu mantêm o acento (porque têm a última sílaba mais forte) | |
| Acentuação 2 – some o acento no i e no u fortes depois de ditongos (junção de duas vogais), em palavras paroxítonas | |
| Antes | Depois |
| Baiúca, bocaiúva, feiúra | Baiuca, bocaiuva, feiura |
| * Se o i e o u estiverem na última sílaba, o acento continua como em: tuiuiú ou Piauí | |
| Acentuação 3 – some o acento circunflexo das palavras terminadas em êem e ôo (ou ôos) | |
| Antes | Depois |
| Crêem, dêem, lêem, vêem, prevêem, vôo, enjôos | Creem, deem, leem, veem, preveem, voo, enjoos |
| Acentuação 4 – some o acento diferencial | |
| Antes | Depois |
| Pára, péla, pêlo, pólo, pêra, côa | Para, pela, pelo, polo, pera, coa |
| * Não some o acento diferencial em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma, para diferenciar de forma, pode receber acento circunflexo | |
| Acentuação 5 – some o acento agudo no u forte nos grupos gue, gui, que, qui, de verbos como averiguar, apaziguar, arguir, redarguir, enxaguar | |
| Antes | Depois |
| Averigúe, apazigúe, ele argúi, enxagúe você | Averigue, apazigue, ele argui, enxague você |
| Observação: as demais regras de acentuação permanecem as mesmas | |
| Hífen – veja como ficam as principais regras do hífen com prefixos: | ||
| Prefixos | Usa hífen | Não usa hífen |
| Agro, ante, anti, arqui, auto, contra, extra, infra, intra, macro, mega, micro, maxi, mini, semi, sobre, supra, tele, ultra... | Quando a palavra seguinte começa com h ou com vogal igual à última do prefixo: auto-hipnose, auto-observação, anti-herói, anti-imperalista, micro-ondas, mini-hotel | Em todos os demais casos: autorretrato, autossustentável, autoanálise, autocontrole, antirracista, antissocial, antivírus, minidicionário, minissaia, minirreforma, ultrassom |
| Hiper, inter, super | Quando a palavra seguinte começa com h ou com r: super-homem, inter-regional | Em todos os demais casos: hiperinflação, supersônico |
| Sub | Quando a palavra seguinte começa com b, h ou r: sub-base, sub-reino, sub-humano | Em todos os demais casos: subsecretário, subeditor |
| Vice | Sempre: vice-rei, vice-presidente | |
| Pan, circum | Quando a palavra seguinte começa com h, m, n ou vogais: pan-americano, circum-hospitalar | Em todos os demais casos: pansexual, circuncisão |
| Fonte: professor Sérgio Nogueira | ||
As novas regras ortográficas estão valendo desde o dia 1º de janeiro de 2009. De acordo com o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, até 2012 valem as duas formas de escrever: a antiga e a nova. No Ano Novo começa o chamado “período de transição”. Portugal, que também aprovou o acordo ortográfico, adotará as novas regras até 2014.
Fonte: G1









